HOMES E CONTATOS
 ATUALIZAÇÕES DO SITE
M E U S  A R T I G O S
MINHAS ATIVIDADES
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
 A U F A T I
CINEMA/TEATRO/VÍDEO
PAIDÉIA
Pensamento Milton Santos...
Zuzu Angel
CONTRIB.,ARTIGOS,REPORT.
DIA INTERN. IDOSO
EDUCAÇÃO a DISTÂNCIA
EMPREGOS - OFERTAS
EMPREGOS PARA 3ª IDADE
ENVELHECIMENTO
EVENTOS,CURSOS,CONGRES.
F A M A
FARMÁCIAS ALTO CUSTO-Ends.
GOVERNO E COMUNIDADE
LEIS e PUBLICAÇÕES
L I V R O S
MÉDICOS E CLÍNICAS
M E N S A G E N S
MINIST. DA SAÚDE e SITES
OFTALMOLOGISTA
ODONTOGERIATRIA:O QUE É?
ODONTOGERIATRIA
P E S Q U I S A
PORTAL DO CONSUMIDOR
R E C E I T A S
REMÉDIOS GRATUITOS
SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA
SEU CURRICULO
S I T E S
SOC. BRAS. ASMÁTICO
UTILIDADE PÚBLICA
A R Q U I V O
LIVROS DE VISITAS/FORUM
   
 


Recebi hoje de uma amiga de Portugal. Achei muito bom.Por isso resolvi lhe mandar.  

Um abraço afetuoso,     

Colaboração José Carlos

Zuzu Angel  Conhecida por destacar a moda brasileira no exterior, Zuzu Angel ( 1921 - 1976 ) entrou para a história do país ao travar uma batalha pública contra o governo militar, após a tortura e morte de seu filho Stuart ( o ativista político Stuart Angel Jones do MR-8 ).

Inicialmente divulgada como acidental, a morte de Zuzu Angel em 14 de abril de 1976, na saída do túnel Dois Irmãos da Estrada da Gávea, no Rio, só foi reconhecida como assassinato nos anos 90.  Durante os cincos anos que precederam sua morte, a mineira de Curvelo - nascida Zuleika - usou seu prestígio como criadora de moda brasileira para expor prisões, torturas e mortes promovidas pela ditadura militar no Brasil.

Separada do marido norte-americano, Zuzu garantiu o sustento dos filhos Ana, Hildegard e Stuart com as peças que desenvolvia e costurava.  Entre o final da década de 60 e o início dos anos 70, Zuzu levou a Nova York combinações de baianas, cangaceiras e brejeiras destacadas pelo jornal "New York Times" em reportagem assinada por Bernadine Morris.  "No meu país, eles acham que a moda é frivolidade, futilidade. Eu tento lhes dizer que moda é comunicação, além de garantir emprego para muita gente", afirmou Zuzu à jornalista.

Após a morte de seu filho, desenvolveu uma coleção estampada com manchas vermelhas, pássaros engaiolados e motivos bélicos.  O anjo - ícone de sua marca - ferido e amordaçado tornou-se também o símbolo de Tuti, apelido do filho.  Zuzu chegou a realizar, também em Nova York, um desfile-protesto, em uma apresentação realizada no Consulado do Brasil.

Sua relativa celebridade permitiu ter acesso a informações que reuniu em um dossiê encaminhado à ONU e ao Senado norte-americano. Também entregou o documento ao então Secretário de Estado dos Estados Unidos, Henry Kissinger, que visitava o Brasil.  Aqui, passou a ser seguida, a receber ameaças pelo telefone e teve sua loja, no Leblon, incendiada.

Pouco antes do acidente que a vitimou, deixou na casa do músico e compositor Chico Buarque um documento que deveria ser publicado caso algo lhe acontecesse e sentenciou: "Se eu aparecer morta, por acidente ou outro meio, terá sido obra dos assassinos do meu amado filho".
 Sérgio Rezende critica empobrecimento de idéias O cineasta Sérgio Rezende, 54, é um dos maiores especialistas em cine-biografias do país. Apesar da diversidade na escolha de seus personagens, há uma fórmula que o diretor busca em todas suas obras: "Os caras pelos quais eu tenho paixão e quero fazer filmes são os aventureiros".

Os "caras", no caso, são figuras como o guerrilheiro Carlos Lamarca, o Visconde de Mauá e o líder messiânico Antônio Conselheiro. Carioca com jeito de mineiro, Rezende concedeu entrevista por telefone de seu apartamento no Rio, de onde comentou sua nova produção, "Zuzu Angel".




Para Rezende, ainda há motivos para se retratar a ditadura militar ( 1964 - 1984 ).  "Eu acho que as paixões, as idéias, as emoções estão muito mais à flor da pele nestes momentos", explica. Este fluxo de idéias estaria empobrecido na sociedade de hoje, afirma Rezende.

Mesmo com críticas ao pensamento pós-muro de Berlim, o cineasta não abre mão de algumas estruturas. "Não dá para fazer as idéias circularem sem grandes meios de comunicação", afirma.





- Por que escolheu a história da Zuzu para fazer o filme ?

Sérgio Rezende - A Zuzu tem uma grande trajetória de luta contra a ditadura. Num tempo de política extremada ela se afirmou com o trabalho de cidadã. Eu acho que essa interferência do cidadão na vida do país é uma coisa que a gente não vê mais. Nós falamos da política só na hora de votar. A Zuzu deu um exemplo. É uma história que vale a pena contar.

- "Zuzu Angel" é um filme que se pode chamar de "baseado em fatos reais" ?

Rezende - Ele é baseado em fatos reais, embora tenha sempre aquelas situações que você precisa criar, coisas sobre as quais não há testemunhas. Uma grande parte das coisas que interessa em filme de ficção não está em registros históricos, então você precisa recriar de acordo com as informações que você tem.

- A morte do ator Nelson Dantas [o sapateiro do filme], no começo deste ano, influenciou na história ?

Rezende - Não, aliás, o Nelson tem uma participação espetacular. Ele diz duas palavras ( "pois não" ) e com elas segura um dos momentos mais importantes do filme. Ele fez aquela cena maravilhosa [ na qual Zuzu Angel conta que seu filho foi morto para salvar o filho do sapateiro ], mas só havíamos planejado aquela mesma.

- Já é o seu segundo filme sobre o período do regime militar. Há alguma relação entre você e os anos da ditadura ?

Rezende - Na verdade, não. No caso do "Lamarca", eu estava numa livraria e vi um livro chamado "Lamarca, O Capitão da Guerrilha" [ de Emiliano José e Oldack Miranda ]. Como todo mundo, eu sabia da história dele, mas depois de comprar o livro que me apaixonei. Os caras pelos quais eu tenho paixão e quero fazer filmes são aventureiros. Essas pessoas impressionantes que vivem experiências extraordinárias. O povo acha que eu gosto de livro de história, mas não é que eu goste ou não de história.




- Por que hoje há necessidade de se filmar aquela época ?

Rezende - É uma tradição do cinema brasileiro, aliás, do cinema mundial. Se você pega a história do cinema americano, boa parte é a história dos EUA. Eles fizeram da sua própria história gêneros cinematográficos. A conquista do oeste, que era um fato histórico, econômico e político se tornou o gênero do faroeste. Veja também o cinema russo, em que Eisenstein filma Encouraçado Pontenkim, Outubro... ele está filmando a revolução russa.

- Por que então a Ditadura e não qualquer outro momento histórico ?

Rezende - Eu acho que as paixões, as idéias, as emoções estão muito mais à flor da pele nestes momentos. São elementos para uma boa dramaturgia. Se você pega os dilemas da juventude brasileira da década de 60 e compara com os de hoje, há um empobrecimento muito grande de idéias.

- Como você compara o mundo da moda de hoje com o momento que Zuzu vivia ?

Rezende - Aquelas manifestações da Zuzu foram extraordinárias porque foram absolutamente isoladas. Ninguém fez algo como aquele desfile-protesto. Acho que hoje o mundo da moda saiu das casas de alta costura e foi para as ruas, e isso a moda deve a esse período da Zuzu. Eu acho que aquela juventude que queria fazer a revolução modificou os costumes de se vestir. Naquela época da Zuzu houve uma profunda transformação da moda no mundo.

- Em uma cena, quando Zuzu está organizando cartas que enviará às pessoas influentes para denunciar o que aconteceu com seu filho, aparece de relance o sobrenome Marinho. Alguma alusão a Roberto Marinho ( 1904 - 2003 ), das Organizações Globo ?

Rezende - Foi uma carta igual à que ela mandou para o Kissinger, como ela mandou para o presidente Médici. Na questão do filme, da carta do Roberto Marinho, ele é uma das pessoas importantes como todas as outras que recebiam uma carta daquelas. Ele era dono de TV e jornais, mas, como os outros, também sofria censura. Naquela época eles barravam até notícia de que a mulher do general passou mal.




- O sr. acha que o filme insinua um certo oportunismo da mídia ou era a censura estabelecida pelos militares a única culpada ?

Rezende - Acho que é a opção da censura, afinal havia oficiais do exército dentro das redações impedindo de veicular as coisas. Mesmo que eventualmente existissem jornais ou órgãos de imprensa que fossem a favor do regime, os que não estavam não podiam publicar.

- Não é irônico que um filme da Globo Filmes, braço da empresa que na época era apontada como a porta-voz da Ditadura, hoje trate dessa dificuldade de se expressar durante o regime militar ?

Rezende - Para ficar claro, o "Zuzu Angel" não foi produzido pela Globo Filmes. [ O filme é feito em associação com a Globo Filmes ]. Eu acho que não só é irônico, como de uma certa maneira é uma coisa boa. Eu acho bom que a gente tenha liberdade para falar o que quiser. Também não acho que dá para ver as instituições deste jeito. O próprio Roberto Marinho já faleceu. Quer dizer, há uma empresa e há pessoas que conduzem essa empresa, e nessa área do cinema eu acho que eles estão interessados pelos filmes. Não acho que exista no Brasil nenhum movimento de censura.

- Há hoje uma reivindicação dos movimentos sociais, principalmente no debate (?) da TV Digital, que vai ao encontro do que pedia a Zuzu Angel. Questiona-se por novas vozes, neste caso, na TV. As coisas mudaram ?

Rezende - Eu seria leviano se comentasse a questão da TV Digital, pois estou apenas acompanhando. Eu gostei de terem aberto [ a implementação TV Digital ] para uma participação de tecnologia brasileira. Mas, em relação a este ponto histórico, evidentemente que a maneira como a TV no Brasil se construiu teve uma participação enorme do governo daquela época [ da ditadura ]. Quem montou as torres de transmissão não foi a iniciativa privada, foi o governo, e as emissoras se beneficiaram disso, obviamente.
Houve um milhão de distorções, mas por outro lado a existência da TV Globo como temos hoje se deve também à eficiência. Eu não acho que esteja escrito nas estrelas que uma emissora vai reinar no Brasil para sempre. Antes tinha a TV Tupi e ela foi para o buraco. Hoje a gente tem a Record fazendo barulho, mesmo com as críticas. Mas o importante é que haja debates, e não dá para fazer as idéias circularem sem grandes meios de comunicação.    


 TERRA - FILMES & DVE


Zuzu Angel

Classificação: 14
Duração: 103 minutos

Brasil, anos 60. Enquanto comemora o êxito nas passarelas brasileiras e americanas, Zuzu Angel luta para recuperar o corpo do filho, morto pela ditadura. Sua mobilização acaba incomodando os militares, que passam a perseguir a estilista. Direção de Sérgio Rezende. Com Patrícia Pillar, Daniel de Oliveira, Leandra Leal e Luana Piovani no elenco. 


Título original Zuzu Angel
Gênero Drama
Ano 2006
País de origem Brasil
Distribuidora Warner Bros.
Duração 103 min.
Classificação 14 anos
Língua Português
Cor Colorido
Som Digital
Diretor Sérgio Rezende
Elenco Patrícia Pillar, Daniel de Oliveira, Leandra Leal e Luana Piovani

Saiba mais sobre o filme

REZENHA DO FILME

   Zuzu Angel com Patrícia Pillar chega aos cinemas

 Um dos lançamentos mais aguardados do cinema nacional este ano, Zuzu Angel, de Sérgio Rezende, resgata a história da estilista mineira Zuleika Angel Jones (1921-1976), interpretada pela atriz Patrícia Pillar.

   Sem nunca ter sido militante política, Zuzu, como era conhecida profissionalmente, teve sua vida transformada em pesadelo depois que seu filho, Stuart Angel Jones (Daniel Oliveira), entrou na luta armada, foi preso em 1971, época da ditadura militar, e desapareceu, para nunca mais ser visto.

O filme entra em cartaz nesta sexta-feira, em circuito nacional, com 170 cópias.

A luta da mãe para saber a verdade sobre o destino do filho levou-a inclusive a recorrer a personalidades internacionais, como o então secretário de Estado americano Henry Kissinger. O motivo era que Stuart, filho de um americano, tinha também essa nacionalidade.

Como resultado de sua pressão, que expunha a face mais dura do regime militar dentro e fora do país, a estilista acabou morrendo num acidente de carro, em 1976, no mesmo túnel no Rio de Janeiro que hoje leva seu nome.

É o próprio diretor, Sérgio Rezende, em entrevista à Reuters em um hotel de São Paulo, quem afirma que a morte de Zuzu foi criminosa: "Hoje é oficial e reconhecido pelo Ministério da Justiça que Zuzu sofreu um atentado", disse.

Embora deixe esse detalhe bem claro, bem como toda a perseguição que a estilista sofreu por parte de agentes da repressão política, "Zuzu Angel" aposta bem mais na emoção.

Para isso, individualiza a discussão sobre as diferenças de postura frente à ditadura militar no Brasil dos anos 1970. De um lado, está a figura ponderada e a princípio apolítica de Zuzu, admiravelmente interpretada por Patrícia Pillar, e de outro, a oposição engajada do filho socialista, Stuart.

Para compor o roteiro ¿ que assina juntamente com Marcos Bernstein, co-roteirista de Central do Brasil ¿, Rezende revela que recorreu aos depoimentos da jornalista Hildegarde Angel, filha de Zuzu, de Elke Maravilha, sua modelo e amiga, bem como à sua própria experiência.

Nascido em 1951, o diretor tinha um amigo chamado Beto, que foi preso de repente. "Ele era motorista da Aliança Libertadora Nacional, um movimento de guerrilha, nos assaltos a banco que eles faziam. E eu não sabia de nada", conta.

Sérgio Rezende acredita que seu filme permite reavaliar a importância da figura de sua protagonista: "Na época, os militantes políticos faziam restrições a ela porque não militava em movimento nenhum, nem na Anistia Internacional. Hoje reconhecem que, sozinha, Zuzu conseguia mobilizar o mundo inteiro".

Alguns personagens secundários contribuem para completar o clima da época, basicamente entre o ano de 1971 e 1976, morte da estilista. Eles são especialmente Sonia Angel (Leandra Leal), mulher de Stuart que também foi presa e morta; Elke Maravilha (Luana Piovani), sua modelo; Heleno Fragoso (Alexandre Borges), o advogado que representava a estilista; e militares da repressão, como os vividos por Othon Bastos e Flávio Bauraqui.

Com um elenco assim estelar, numa produção cuidada, com orçamento de 6,5 milhões de reais, é certo que o filme visa o grande público, procurando apresentar os fatos de maneira didática.

Na trilha sonora de Cristóvão Bastos, o destaque é a canção Angélica, composta especialmente por Chico Buarque de Holanda para a estilista, um ano após sua morte. Foi com Chico, aliás, que Zuzu deixou uma carta, pouco antes de morrer, denunciando que, se algo lhe acontecesse, seria obra dos mesmos autores da morte de seu filho. 

Salas:
Cine Bombril, 01 - 14h - 16h - 18h - 20h - 22h
Cine Morumbi Shopping, 04 - 13h - 15h10 - 17h20 - 19h30 - 21h40 - 0h* (*apenas 05/08)
Frei Caneca Unibanco Arteplex, 02 - 13h20 - 15h30 - 17h40 - 19h50 - 22h* - 0h** (*exceto 08/08)(**apenas 05/08)
HSBC Belas Artes, Villa-Lobos - 15h - 17h10 - 19h20 - 21h30 - 23h30* (*apenas 05/08)
Haway Raposo, 04 - 13h* - 14h30** - 15h10* - 16h40** - 17h20* - 19h30* 18h50** - 21h** - 21h40* (*apenas 04, 05 e 06/08)(**exceto 04, 05 e 06/08)
Iguatemi Cinemark, 01 - 11h30* - 14h - 16h20 - 18h50 - 21h30 - 23h50** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Kinoplex Itaim, 05 - 14h - 16h20 - 18h40 - 21h* - 23h20** (*exceto 08/08)(**apenas 04 e 05/08)
Moviecom BoaVista, 04 - 14h30* ¿ 16h - 16h45* - 19h10* - 18h15 ¿ 20h20 ¿ 21h20* (*apenas 05 e 06/08)
Multiplex Bristol, 01 - 14h30 - 16h50 - 19h10 - 21h30 - 23h35* (*apenas 04 e 05/08)
Reserva Cultural de Cinema, 2 - 13h20 - 15h20 - 17h20 - 19h20 - 21h20 - 23h20* (*apenas 05/08)
Sala Uol, Sala UOL - 14h - 16h - 18h - 20h - 22h
Shopping Anália Franco - UCI, 07 - 12h45* - 15h - 17h15 - 19h30 - 21h45 - 0h** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping Center Iguatemi, 01 - 14h30 - 16h50 - 19h10 - 21h30 - 23h35* (*apenas 04 e 05/08)
Shopping Center Norte - Cinemark, 05 - 12h50* - 15h10 - 17h30 - 19h50 - 22h20 - 0h40** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 05/08)
Shopping Center Penha - Moviecom, 05 - 14h30* ¿ 15h50 ¿ 16h45* ¿ 18h - 19h* ¿ 20h10 - 21h10* (*apenas 05 e 06/08)
Shopping Central Plaza - Cinemark, 10 - 12h10* - 14h45 - 17h05 - 19h40 - 22h - 0h20** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping D, 04 - 12h20* - 14h40 - 17h05 - 19h25 - 21h45 - 0h10** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping Interlagos - Cinermark, 02 - 13h15 - 15h25 - 17h45 - 20h05 - 22h30
Shopping Jardim Sul - UCI, 09 - 12h45* - 15h - 17h15 - 19h30 - 21h45 - 0h** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping Leste Aricanduva - Cinemark, 10 - 12h20* - 14h40 - 17h30 - 19h50 - 22h10 - 0h30** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 05/08)
Shopping Market Place - Cinemark, 02 - 11h40* - 14h10 - 16h40 - 19h10 - 21h50 - 0h20** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping Market Place - Playarte, 01 - 14h30 - 16h50 - 19h10 - 21h30 - 23h35* (*apenas 04 e 05/08)
Shopping Metrô Tatuapé - Cinemark, 01 - 12h - 14h20 - 17h10 - 19h30 - 21h50 - 0h10* (*apenas 05/08)
Shopping Pátio Higienópolis - Cinemark, 06 - 12h10* - 14h30 - 17h10 - 19h40 - 22h - 0h20** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping SP Market - Cinemark, 03 - 13h10 - 15h20 - 17h25 - 19h50 - 22h10 - 0h25* (*apenas 04 e 05/08)
Shopping Santa Cruz - Cinemark, 10 - 12h10 - 14h35 - 17h05 - 19h30 - 22h - 0h30* (*apenas 04 e 05/08)
Shopping Tamboré - Cinemark, 03 - 12h50* - 15h10 - 17h30 - 19h50 - 22h10 - 0h30** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)
Shopping Villa-Lobos - Cinemark, 01 - 12h20* - 14h40 - 17h10 - 19h40 - 22h20 - 0h35** (*apenas 05 e 06/08)(**apenas 04 e 05/08)


Atenção: os horários e a programação podem ser alterados pelo local sem prévio aviso ao Terra. Por isso, é recomendável confirmar as informações por telefone antes de sair. 

http://cidades.terra.com.br/cidades/sao/filmes/0,7548,I:5906,00.html