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Portal do Envelhecimento ensina população a lidar com a doença de Parkinson  

Objetivo é auxiliar portadores e cuidadores a viver melhor com a doença, otimizando o
tratamento e melhorando a qualidade de vida


O que um ator de Hollywood, um Papa e um lutador de boxe podem ter em comum? Michael J Fox, João Paulo II e Muhammed Ali assumiram publicamente a doença de Parkinson. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença acomete cerca de 1% da população mundial acima de 65 anos. No Brasil, aproximadamente 400 mil pessoas são portadores da doença de Parkinson. Para orientar essa população, a Novartis acaba de lançar no Brasil o portal ParkinsonPoly (www.parkinsonpoly.com.br), um guia sobre a doença.

O portal visa aumentar o conhecimento da população sobre a doença de Parkinson, melhorando a qualidade de vida de pacientes e cuidadores, estimulando, ainda, o diagnóstico precoce e correto. Já disponível em outros mercados onde a Empresa atua, o site chega ao país com o slogan “Rumo ao tratamento ideal”, que traduz outro objetivo da iniciativa: ajudar portadores e cuidadores a lidar melhor com a doença e otimizar o tratamento.

Com linguagem simples e direta, o novo canal contempla desde dados básicos sobre a doença – características, causas, epidemiologia, diagnóstico, tratamento e avanços científicos – até questões pontuais. Há, por exemplo, informações sobre a identificação de eventuais complicações no tratamento, como as causadas pelo chamado wearing off - caracterizado pelo fim da ação dos medicamentos e reaparecimento dos sintomas - e como abordá-las com o médico para que o mesmo possa fazer ajustes necessários. “O objetivo é orientar portadores e cuidadores, esclarecendo dúvidas freqüentes e dando dicas sobre como melhorar a qualidade de vida e manter uma atitude positiva frente à doença”, reforça Dr. André Feher, diretor de Medicina do laboratório.

No site, podem ser consultados documentos como a declaração de direitos do paciente com Parkinson, elaborada pela OMS, e o consenso da Associação Européia da Doença de Parkinson sobre o manejo da doença. Além disso, o portal disponibiliza para download vídeos demonstrativos de exercícios especialmente desenvolvidos para os portadores. A atividade física é fundamental no controle dos sintomas motores (rigidez, tremor e lentidão), podendo ajudar a manter a flexibilidade e a boa postura. Outra ferramenta que pode ser acessada pelo ParkinsonPoly é a Casa Virtual. Nela, o internauta pode visitar os vários cômodos de uma residência, aprendendo a criar um ambiente doméstico adequado às necessidades do parkinsoniano.

Também estão disponíveis para download uma série de folhetos educativos sobre a doença, abordando aspectos como as opções de tratamento e as descobertas recentes da ciência, além de um guia para os cuidadores. O portal indica ainda sociedades médicas ou associações de apoio ao portador no Brasil e no mundo e divulga as mais recentes novidades.

Sobre a doença de Parkinson 

A doença de Parkinson, descrita pelo médico inglês James Parkinson, em 1817, é uma doença neurológica crônica e progressiva que afeta principalmente pessoas acima de 65 anos. Embora seja de causa desconhecida, seus sintomas resultam, na maioria das vezes, da perda de dopamina no cérebro. 

A doença pode afetar os paciente de maneiras diferentes e, em alguns casos, podem passar muitos anos antes do surgimento de qualquer incapacidade ou limitação significativa das atividades cotidianas. Os sintomas variam entre os indivíduos e costumam mudar no decorrer do tempo, podendo piorar com a evolução da doença. Geralmente, a memória e o raciocínio não são comprometidos. Comumente os portadores apresentam tremor de repouso, rigidez muscular, diminuição da mobilidade, fala monótona e instabilidade postura. 

O diagnóstico precoce não é fácil, já que os sintomas iniciais podem ser atribuídos a outras doenças. A doença de Parkinson freqüentemente é avaliada com base nos sintomas presentes. Mas essa avaliação não é capaz de prever como o problema evoluirá ou como responderá ao tratamento. O diagnóstico clássico é feito com base na melhora ou não dos sintomas mediante o uso de levodopa, substância que substitui a função da dopamina no cérebro. Para avaliar o grau de incapacidade do paciente, o médico também utiliza escalas de classificação indicativas do estágio da doença.  

Apesar de não haver cura para a doença de Parkinson, recentes avanços proporcionam a médicos e pacientes um considerável controle da doença. Cada indivíduo responde de forma diferente ao tratamento que pode ser feito através do uso de medicamentos, fisioterapia, psicoterapia e em alguns casos isolados, cirurgia.
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Fonte: Gabriela Domingues - Publicom Assessoria de Comunicação (assessoria externa).
E-mail: gdomingues@publicom.com.br!

www.portaldoenvelhecimento.net