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Notícias


Pesquisa constata altas taxas de obesidade e de dislipidemias em crianças
15/10/2007


A obesidade e as dislipidemias são os principais fatores de risco para o aparecimento de doenças cardiovasculares, que podem se iniciar precocemente. É cada vez maior o número de crianças que apresentam obesidade, e este quadro está diretamente relacionado às mudanças no modo de viver, particularmente ao sedentarismo e ao maior consumo de gorduras e açúcares. As alterações do perfil lipídico, com início na mesma faixa etária, ocorrem silenciosamente, sendo a lesão aterosclerótica somente diagnosticada na idade adulta. Nesse sentido, Sueli Gama e equipe da Fundação Oswaldo Cruz resolveram avaliar a prevalência de dislipidemias em crianças em idade escolar.

Foram avaliadas 356 crianças atendidas no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria, da Fiocruz, entre fevereiro e julho de 2004. De acordo com artigo publicado na edição de setembro de 2007 dos Cadernos de Saúde Pública, "no trabalho, foram estimados os indicadores do perfil lipídico, estado nutricional, pressão arterial e atividade física em escolares atendidos em unidade básica de saúde localizada em área de baixa renda da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, foram analisados os padrões de consumo alimentar, para melhor compreender os hábitos alimentares da população de crianças de regiões empobrecidas".

Os resultados mostram que 10,7% das crianças apresentaram sobrepeso e 68,4% níveis alterados no lipidograma, sendo 18,6% com LDL-colesterol alto. Entre os comportamentos familiares de risco para doenças cardiovasculares sobressaíram o consumo de álcool e o fumo, com metade das famílias apresentando pelo menos um destes comportamentos. Além disso, a equipe verificou que o sedentarismo observado nas crianças indica a recomendação de prática regular de atividade física a partir de seis anos.

Segundo os pesquisadores, a alta prevalência dos fatores de risco para as doenças cardiovasculares desde a infância e a evidência de alimentação infantil inadequada indicam a necessidade de desenvolver uma estratégia preventiva, procurando atingir toda a família, de forma a alterar os padrões de ingestão de alimentos das populações de baixa renda em direção a comportamentos mais saudáveis. "Os perfis de consumo alimentar identificados podem contribuir para desenhar estratégias de abordagem desta questão, resgatando aspectos saudáveis da nutrição na população de baixa renda, contrapondo à penetração da indústria alimentícia", afirmam no artigo.
Fonte: Ambientebrasil Nossas notícias são retiradas na íntegra dos sites de nossos parceiros. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo das mesmas até em casos de erros de digitação.

fonte:http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=8961