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Para atingir a autonomia na aprendizagem, é necessário o desenvolvimento de competências que abrangem desde os conteúdos do curso às capacidades de organização e autodisciplina.

Rivilla observa que.

 os estudantes da educação básica transformam-se ou hão de se transformar em protagonistas do seu próprio ritmo e aquisição do processo de aprendizagem formativa, realizando tarefas autônomas e de colaboração com seus colegas, empregando TICs, acessando sites, realizando encontros na rede, gerando grupos e comunidades de aprendizagem,... (2010, p.7)

 

Assim, cada aluno tem o seu próprio ritmo de aprendizagem, que deverá ser complementado, no caso da EaD, pelas competências de manuseio do computador, para empregar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), acessar os sites e tudo que for necessário à realização das atividades a distância ou presenciais.

Edgar Morin (Fogaça, 2000, p.21), em seu livro “Reforma do Pensamento” aponta a necessidade de compreensão da relação parte/todo, um todo que é inclusive de dimensão planetária, com a contribuição das várias áreas do conhecimento, para que este ofereça sentido à aprendizagem.

            O pensamento do contexto busca “sempre a relação de inseparabilidade e de inter-retroação entre todo fenômeno e seu contexto, e de todo contexto com o contexto planetário”. Devemos pensar em termos planetários a política, a economia, a demografia, a ecologia, a salvaguarda dos tesouros biológicos, ecológicos e culturais regionais, das diversidades animais e vegetais etc.

           O pensamento do complexo existe: “há necessidade de um pensamento que ligue o que está separado e compartimentado, que respeite o diverso ao mesmo tempo em que reconhece o uno, que tente discernir as interdependências”:

                                   - de um pensamento radical (que vá à raiz dos problemas);

                                   - de um pensamento multidimensional;

                                   - de um pensamento ecologizado que, em vez de isolar o objeto de estudo, o considere em e por sua relação auto-eco-organizadora com seu ambiente - social, cultural, econômico, político, natural, etc. (Morin, 1995, p.167)

 

No entanto, as competências não se desenvolvem apenas pela ação do aluno, mas o ensino das competências é basicamente um processo de coaprendizagem entre docente e estudantes, e destes entre si, criado em colaboração para consolidar um estilo de indagar, ensinar, aprender com clara projeção na formação criativa e socioprofissional de cada estudante. Em minha prática profissional observo estes princípios na troca que ocorre entre os alunos que frequentam a faculdade para a terceira idade e os professores, visto que por muitas vezes a experiência dos discentes é maior que a de seus mestres.

Há alunas com 90 anos, que já passaram por várias fases políticas, como revolução, guerra, ditadura etc. Nas aulas de História, sua vivência permite que a troca de conhecimentos seja muito grande. A coaprendizagem torna-se evidente em situações como essa.

Esse é um ponto que suscita questionamento quanto à EaD. É preciso analisar se isso acontece entre os alunos e o professor, uma vez que este não está presente fisicamente na aula. Devido a importância da coaprendizagem, o uso dos instrumentos disponibilizados para essa finalidade deve ser incentivado pela equipe responsável pelo Polo.

 

Parte do trabalho exigido para conclusão do Curso de Especialização para Formação de Docentes e Orientadores Acadêmicos em EaD, pela Faculdade Internacional de Curitiba - UNINTER - 2011 - Cristina Fogaça