HOMES E CONTATOS
 ATUALIZAÇÕES DO SITE
M E U S  A R T I G O S
MINHAS ATIVIDADES
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
 A U F A T I
CINEMA/TEATRO/VÍDEO
CONTRIB.,ARTIGOS,REPORT.
DIA INTERN. IDOSO
EDUCAÇÃO a DISTÂNCIA
EaD e as competências
Ensinando em tempos de...
Ensino a distância...
Implicações Pedagógicas...
EMPREGOS - OFERTAS
EMPREGOS PARA 3ª IDADE
ENVELHECIMENTO
EVENTOS,CURSOS,CONGRES.
F A M A
FARMÁCIAS ALTO CUSTO-Ends.
GOVERNO E COMUNIDADE
LEIS e PUBLICAÇÕES
L I V R O S
MÉDICOS E CLÍNICAS
M E N S A G E N S
MINIST. DA SAÚDE e SITES
OFTALMOLOGISTA
ODONTOGERIATRIA:O QUE É?
ODONTOGERIATRIA
P E S Q U I S A
PORTAL DO CONSUMIDOR
R E C E I T A S
REMÉDIOS GRATUITOS
SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA
SEU CURRICULO
S I T E S
SOC. BRAS. ASMÁTICO
UTILIDADE PÚBLICA
A R Q U I V O
LIVROS DE VISITAS/FORUM
   
 


É de suma importância o profissional ter e ver significado no que faz, pois não se consegue trabalhar naquilo que não nos identificamos, sem contar que para exercer uma profissão, se faz necessário todo um embasamento teórico-científico e prático. Apenas a prática, não funciona.

Observa-se que o trabalho que une os aspectos objetivos e subjetivos, levando-se em conta a experiência pessoal, a crença no que se faz, tende a ser muito mais significativo. É o que me comprova a experiência com a Faculdade para a Terceira Idade e a Coordenação que hoje exerço na EaD.

A mola propulsora das atividades educativas com o adulto é trabalhar COM e não trabalhar POR ele. Assim compartilham-se as expectativas, ansiedades e bloqueios. Observamos isso na EaD, uma forma de ensino em que o aluno trabalha em seu ritmo. Porém, a pessoa que opta por uma Educação a Distância, deve ter uma organização pessoal, autodisciplina, para que possa dar conta das atividades propostas no curso. Além da sala de aula, haverá os horários de estudos que o aluno terá que completar através do computador, com leituras, atividades supervisionadas, chats, fóruns, e-mails, rádio web, tutoria, tutoria local, 0800, coordenação, entre os colegas, além de outras ferramentas.

A facilidade de ter as aulas gravadas a disposição do aluno, mostra o respeito pela individualidade, pois o aluno assiste às aulas quantas vezes precisar, podendo pará-las no ponto em que quiser, utilizando-se das estratégias de aprendizagem que lhe são próprias.

Piaget e Vygotsky oferecem explicações que podem ser aproveitadas para o aperfeiçoamento da EaD. Uma referência importante dos dois autores é que o conhecimento é um processo interno de reconstrução da realidade que tem por base a experiência prévia de cada sujeito. Dessa forma, pode-se entender que a aprendizagem não é a cópia de algo transmitido pelo professor. Entretanto este tem um papel importante no processo: ele é o mediador, é quem vai intervir na zona de desenvolvimento proximal, conforme demonstra Vygotsky, auxiliando naquilo que o aluno ainda não sabe fazer sozinho.

Uma das condições importantes para a aprendizagem é tê-la suportada nos conhecimentos já construídos. Esse é um ponto em que a Ead deve ser analisada com cuidado: o professor parte de um conteúdo inicial, muito bem estruturado, mas sem ter condições de conhecer aquilo que seu aluno já sabe e o que precisa aprender. O respeito à individualidade, nesse ponto, fica comprometido.

Para intervir na zona de desenvolvimento proximal é necessária a interação imediata com o aluno. Quando tutoria não responde aos e-mails, a intervenção perde sua potência. O mesmo acontece quando o curso só tem um aluno presente; embora este possa se conectar com alunos de outros Polos, a intervenção de colegas não acontece.

A teoria de Piaget facilita a compreensão do papel do erro no processo de aprendizagem. O pesquisador descreve dois processos responsáveis pela construção do conhecimento: assimilação e acomodação. Para aprender qualquer pessoa primeiro assimila um novo conhecimento com os recursos que já construiu e que, na maioria das vezes, são insuficientes para dar conta da nova aprendizagem. Por isso, a assimilação provoca “deformação” do objeto novo, o que é reconhecido como erro construtivo, constituinte de qualquer busca pelo conhecimento. Tem-se então que o erro faz parte da aprendizagem e deve ser considerado pelo professor para definir a intervenção pedagógica mais adequada. A tomada de consciência do erro pode levar o aprendiz a acomodar seus recursos cognitivos, ou seja, a transformá-los no sentido de dar conta do objeto novo.

Esses princípios devem ser referência ao professor da EaD.

 

 Parte do trabalho exigido aproveitamento do Curso de Especialização para Formação de Docentes e Orientadores Acadêmicos em EaD, pela Universidade Internacional de Curitiba - Cristina Fogaça