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Você sabia que dos cinco sentidos, a visão é o mais importante, já que 70% das informações que recebemos chegam ao cérebro através dela?

 

Alguns problemas de visão costumam aparecer já na infância. Quando não percebidos pelos pais ou professores, eles podem se agravar, trazendo conseqüências mais graves para a vida adulta.

 

Fique atento! A criança que não enxerga bem pode ser prejudicada de várias maneiras. OS problemas de visão freqüentemente são responsáveis por dificuldades na aprendizagem escolar, levando o aluno ao desinteresse, ao cansaço, à sonolência durante as aulas e muitas vezes à preguiça para acompanhar e realizar as tarefas escolares. O rendimento escolar torna-se prejudicado, a convivência social difícil e a prática de esportes nada estimulantes.

 

Pior: a tendência dos pais é sempre achar que a criança não gosta de ir à escola e é lenta para aprender...

 

Na idade pré-escolar, devemos nos preocupar com o exame de acuidade visual, recomendado dos 3 aos 4 anos de idade. Pode acontecer de a criança enxergar bem de um olho e muito mal de outro, sem que os pais ou professores dêem conta disso. Um exame oftalmológico de rotina pode diagnosticar o distúrbio e mostrar que o desinteresse que a criança estava demonstrando pelos estudos estava associado à visão deficiente.

 

Os problemas mais comuns de refração nas crianças são a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo. Felizmente são distúrbios facilmente corrigidos com o uso de óculos ou lentes de contato (por exigirem maiores cuidados, estas são indicadas para crianças a partir de 12 anos).

 

ATENÇÃO! Aconselhamos a todos os pais e educadores que, sempre ao iniciar o ano letivo, submetam as crianças de 3 a 10 anos a um exame oftalmológico cuidadoso. Mesmo as crianças que não apresentam qualquer sintoma, nem dificuldade aparente de visão, devem ser examinadas antes de iniciarem suas atividades escolares. Prevenir sempre é o melhor tratamento!

 

Para que os sinais de alerta dos distúrbios visuais que geralmente acometem as crianças possam ser percebidos pelos pais, vamos abordar, a seguir, um pouco sobre cada um deles.

 

Na MIOPA, a criança não enxerga bem de longe. É comum míopes de alto grau prefiram atividades como a leitura e evitem a prática de esportes ou passeios que solicitem visão à distância.

 

Na HIPERMETROPIA, a criança pode queixar-se de dor de cabeça ou desconforto para ler de perto, assistir à TV ou jogar videogames. Quando a hipermetropia é grande, pode haver também baixa visão para longe.

 

No ASTIGMATISMO, a criança costuma se queixar de baixa acuidade visual (ou desconforto para enxergar) e dores de cabeça. Contudo, somente o exame oftalmológico pode fornecer o diagnóstico precioso deste distúrbio.

 

É importante dar atenção às queixas dos pequenos quanto à presença de cefaléia ou dor de cabeça, freqüentemente associada à causa oftalmológica, como um estrabismo latente, astigmatismo ou hipermetropia, que necessitam de correção.

 

O ESTRABISMO é um distúrbio visual bastante comum nas crianças e deve ser diagnosticado ainda na primeira infância, para que o desenvolvimento da visão não seja prejudicado. Manifesta-se em graus variados e possui causas diversas. O tratamento prescrito pelo oftalmologista dependerá do tipo de estrabismo e da idade do paciente. Nestes casos, algumas condutas podem ser adotadas, sempre com acompanhamento de especialista:

 

-         Correção óptica: o uso de óculos com tampão para obtenção de melhor visão e possível redução do desvio dos olhos, recurso usado no tratamento do olho preguiçoso, ou como é chamado pelos médicos, ambliopia.

-         Exercícios ortópticos: no consultório ou em casa, são indicados para a reeducação visual.

-         Correção cirúrgica: na grande maioria dos casos, quando indicada, tem como principal objetivo o alinhamento dos olhos.

 

Autorizada utilização do texto desde que citados autor e fonte.

 

Colaboração IMO – Instituto de Moléstias Oculares

Tel: 55-11-5573-6424

www.imo.com.br