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Tenho refletido muito a respeito do aumento da população idosa, desemprego, aposentadoria, empresas fechando e a falta de dinheiro para o governo.

Que futuro terá um País, que tem previsão de ser o 6º do mundo em população idosa, em 2025 , ou seja, daqui a 20 anos? Terá FUTURO?

No Brasil, o peso relativo dos idosos vem crescendo nos últimos 20 anos e isso se deve a dois fatores, um decorre da queda da fecundidade e o outro associa-se a “um certo” aumento da longevidade.

Projeções feitas no Brasil prevêem que no ano de 2025 teremos entre 33 e 34 milhões de pessoas na terceira idade, representando 14% da população, que é a taxa correspondente a dos Estados Unidos, hoje.

A estruturação de nossa sociedade gira em torno do jovem, que cultiva o belo, o produtor, o consumidor e o reprodutor. Que a partir do momento que este deixa de produzir financeiramente, de não ser considerado consumidor, não ser reprodutor, parece que deixa de ser um indivíduo, um cidadão.

Então, envelhecer dentro de uma estrutura como a da nossa sociedade, leva a uma situação de degradação altamente indesejada.

Temos em nosso futuro um o significativo aumento demográfico da população idosa e a não reforma do pensamento sobre o velho e a velhice, que apontam para questões importantes como: a visão social estereotipada sobre velho e velhice; o despreparo da sociedade com assuntos relativos à velhice e trabalho; despreparo individual em qualquer faixa de idade, no sentido das pessoas estarem, pouco informadas sobre o processo de envelhecimento, causando medo de envelhecer, insegurança sobre o futuro social e individual; despreparo das pessoas para o desengajamento profissional, ou seja, para enfrentar a aposentadoria e o tempo do não-trabalho.

Esse aumento extraordinário de pessoas mais velhas na população, que, hoje estamos testemunhando, é um novo fenômeno na história do gênero humano. Os indivíduos desejam e buscam uma sobrevivência cada vez mais longa, só que a experiência do envelhecimento, traz angústias e decepções.

Hoje já somos quinze milhões de idosos e quatorze milhões de desempregados - segundo dados do IBGE. Podemos dizer que já igualamos. Quinze milhões de idosos recebem do Governo e quatorze milhões de desempregados não pagam nada e nem recebem. Como recuperar esse dinheiro que não entra, mas que sai?

Então, pensei em escrever para o senhor Presidente, mostrando via dados estatísticos que se criar uma LEI que parcele em 20,30 anos, dando condições às empresas para acertarem suas dívidas (INSS, FGTS, PIS etc), no lugar de fechá-las, o Governo contaria com verba para a população que envelhece e a já envelhecida  para poder continuar recebendo seus benefícios, não haveria mais desempregos e ainda daria condições a todos promovendo um desenvolvimento para o País.

Maria Cristina Costa Braga Hortelli Fogaça, é Mestre em Gerontologia pela PUC/SP, pela Universidade de Barcelona e Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, além de especialista na área do Envelhecimento Humano.

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