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“Assim como, antes de erguer um grande edifício, o arquiteto observa e sonda o solo para verificar se  sustentará o peso da construção, o legislador sábio não começa por redigir leis boas em si mesmas, mas antes examina se o povo a que se destinam mostra-se apto a recebê-las. (Rousseau In: Cerizara, 1990, p. 55)

 

A sociedade engloba o idoso na população, esquecendo-se de suas necessidades, características, peculiaridades, levando-o muitas vezes a esquecer de si mesmo para que uma vez não sendo lembrado, não cobrará nada de ninguém, não existirá.

É aí que eu acredito que se fizermos uma reforma na concepção a respeito de velhice, envelhecimento, a partir dos pequenos, na casa, na escola, junto a mídia, junto ao governo, os conceitos e preconceitos em relação a velhice e ao envelhecimento, o medo de envelhecer que as pessoas têm, mudariam. Mas para isso é necessário que haja uma reforma de pensamento.

Essa reforma de pensamento se pensarmos sobre ela na perspectiva da educação formal - escola - entendo que deva ser iniciada desde a Pré-Escola. Esses que hoje são classificados como idosos, não tiveram essa preparação nem formal e tampouco informal. Assim, uma pedagogia que prepare para o envelhecimento daqueles que já são velhos deve levar em conta a vida adulta, juvenil e infantil desses sujeitos.

Acreditamos que a partir do momento que desenvolvermos o “Programa de Sensibilização e Conscientização a Respeito do Envelhecimento”, os funcionários devem também desenvolver suas noções sobre velhice a partir de uma nova perspectiva, integrando-se assim aos alunos do segmento idoso.

Há, assim, da nossa parte, pensando na FATI COSTA BRAGA (Faculdade Aberta pra a Terceira Idade Costa Braga) como uma comunidade complexa, a necessidade de integrar os dois segmentos através da discussão do envelhecimento feito pelo atual segmento idoso e pelo atual segmento adulto, futuro idoso, composto pelos funcionários e freqüentadores.

Afirma ainda Rousseau

....Se durante sua infância, ela viu sem espanto, sapos, serpentes, camarões, ela verá sem horror, estando adulta, qualquer animal que seja. Não há mais objetos assustadores, para que os vê todos os dias. (tradução da autora)[1].4

Acredito que se a velhice e o envelhecimento também forem tratados dessa maneira, o mesmo acontecerá. Se tornará algo próprio do indivíduo. Não “assustará” mais ninguém, pois conhecendo-a lenta e gradativamente não será temida.”

 Trecho extraído do livro: REFLEXÕES SOBRE ENVELHECIMENTO – Faculdade Aberta para a Terceira Idade Costa Braga – LTr Editora – 2001

AUTORA: Maria Cristina Costa Braga Hortelli Fogaça

Gerontóloga pela PUC/SP e Universidade de Barcelona.

Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
4 “...Si durant son enfance il a vu sans effroi des crapauds, des serpens, des écrévisses, il verra sans horreur étant grand quelque animal que ce soit. Il n’y a plus d’objets affreux pour qui em voit tous les jour.”(Rousseau, 1969, p. 283)

Autorizado o uso do texto desde que citado a fonte e autora