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O que significa ser velho hoje? Sentir-se visto como um indivíduo operativo, aceito, valorizado, integrado? Ou o inverso? Sentir-se e ser considerado de forma substancialmente diferente das crianças, jovens e adultos mais jovens? Ser avaliado ou avaliar-se positivamente ou negativamente? Enfim, haveria uma resposta única a essa questão?

 

Produtos sociais, como por exemplo: a literatura, a TV, as produções de humor e os cartões de aniversário devem ser considerados como reflexos e determinantes de atitudes em relação ao velho, à velhice e ao envelhecimento.

 

O velho, carrega atualmente, como parte inerente à sua condição, estereótipos e classificações pouco reveladoras da sua real condição; a sociedade tende a encará-lo como uma estrutura rígida de personalidade, frente a qual nos paralisamos, e codificá-lo como “RABUGENTO, CRIANÇA, ULTRAPASSADO, CHATO, CAQUÉTICO, etc.”.

 

A falta de crédito em relação ao idoso faz parte de nossa cultura,onde tudo de bom é para o jovem e o de ruim é só para o velho. Quando algum idoso consegue sair do “padrão” estipulado pela sociedade, as pessoas levam o caso com uma mistura de repulsa e fascinação geralmente reservadas só para o extraordinário  e o bizarro.

 

Se o número de idosos tende a aumentar, e se os idosos podem continuar seu desenvolvimento, como protagonistas da história, deveriam ou deverão exercer maior pressão e maior reivindicação sobre a qualidade de sua auto-expressão e do seu desenvolvimento. Mas para isso, participação do idoso nas mudanças de ação é condição no mínimo, muito importante.

 

Os idosos talvez não tenham idéia de que 15.000.000 de pessoas (número de idosos no Brasil) podem transformar o resultado das eleições, o rumo do País.Então, é de fundamental importância a participação dos idosos, sua conscientização e seu exercício de cidadania.Enquanto respiramos,continuamos vivos,cidadãos,com direitos e deveres.

 

Porém,gostaria de lembrá-los que por incrível que pareça, nossa cidadania começa dentro de casa.É aí que decidimos, que tipo de idoso ou velho queremos ser.O “coitadinho” ou o "normal".         

 

Costumo definir de “coitadinho”, aquele que se posiciona muitas vezes por preguiça, e deixa os outros tomarem conta do que é seu, e quando se dá conta, realmente tornou-se “coitadinho” e muitas vezes vai parar no quartinho de empregada,junto com a máquina de costura,pois tudo que não queremos ou que atrapalha,é lá que colocamos.E quando nos damos conta,muitas vezes é tarde. E “normal”, aquele que se posicional perante a família, onde ele toma as suas decisões. Ninguém manda nele.

 

Claro que estou falando de idosos se patologias que os impossibilitem de tomarem decisões. São as pessoas chamadas normais.

 

Portanto, é importante deixar bem claro que não basta que cada vez mais se formem técnicos, especialistas, políticos e pessoas interessadas em trabalhar JUNTO com o idoso se O PRÓPRIO IDOSO não participar, não atuar, pois somente ELE, através de sua participação e seu envolvimento, poderá contribuir para que essa mudança ocorra.

 

Muitas vezes o próprio idoso critica como a sociedade o desvaloriza, o Governo não se importa com ele, mas o próprio idoso  nada faz para que a mudança aconteça.

Portanto, “CABE TAMBÉM AO IDOSO A MUDANÇA DA IMAGEM SOBRE O VELHO”

 

 “Não deixe que os outros se preocupem com você somente NESTE DIA. ATUE para que o idoso seja lembrado sempre, independente de ser apenas “UM DIA” dedicado a ele.

Envelhecer é um presente.Ficar velho é opção”

FACULDADE ABERTA PARA A TERCEIRA IDADE COSTA BRAGA

27/09/2005

Autorizado a utilização do texto desde que citado fonte e autor