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Notícias


Casa própria em 30 anos
29/8/2007


Caixa amplia prazo de financiamento para até 360 meses e reduz taxa de juros para imóveis na faixa de R$ 130 mil a R$ 200 mil. Novidades surpreendem mercado, clientes e concorrentes

Rio - A casa própria ficou ainda mais fácil. A Caixa Econômica Federal ampliou de 20 anos para 30 anos o prazo de pagamento do financiamento habitacional, reduziu juros e diminuiu a despesa mensal de seguros e a taxa de administração cobrada nos contratos imobiliários.As medidas foram anunciadas ontem pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, e vão começar a valer já a partir de setembro. Essas mudanças contribuem para que um número maior de brasileiros tenham acesso à moradia.

Segundo Maria Fernanda, as alterações foram possíveis graças à estabilidade econômica e à queda da taxa básica de juros da economia (Selic). O Bradesco e o Itaú ampliaram recentemente os prazos de suas linhas de financiamento, mas de 20 para 25 anos. No passado, o BNH (Banco Nacional de Habitação) também ofereceu o prazo de 360 meses.

O prazo ampliado vale para os contratos assinados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da caderneta de poupança. Nas linhas bancadas pelo FGTS, houve redução na taxa de administração, que passou de R$ 25 para R$ 21,43. O valor é cobrado mensalmente dos mutuários. Outra mudança foi a queda média de 35% do prêmio mensal de seguros. Nesse caso, quem optar por um financiamento de R$ 80 mil pagará R$ 824,69 de prestação, em vez de R$ 992,79. A economia é de R$ 168,19. A renda familiar exigida cai de R$ 3.309 para R$ 2.748,97.

O vice-presidente da Anefac (Associação de Executivos de Crédito e Finanças), Miguel de Oliveira, afirma que prazo longo é sempre bom. Ele lembra que em outros países já se opera com 30 anos no crédito imobiliário: “A ampliação vai permitir que a baixa renda tenha acesso ao imóvel”. Oliveira alerta que os empréstimos com prazos maiores ficam mais caros porque serão cobrados juros mais altos.

Para as modalidades com dinheiro da poupança, foi criada a faixa de imóveis de R$ 130 mil a R$ 200 mil — por isso a taxa de juros caiu de 11,3% para 10,4% ao ano mais correção da TR (Taxa Referencial). No débito em conta ou desconto em folha, o percentual será ainda menor, 10,02% ao ano. Um financiamento de R$ 140 mil terá parcela de R$ 1.699, em 30 anos. A renda familiar mínima é de R$ 5.663,39. Em 20 anos, a parcela sobe para R$ 1.999 e a renda exigida, para R$ 6.663,48.

A Caixa também anunciou que está financiando imóvel comercial para pessoa jurídica em até 10 anos, com juros que variam de 12,2% a 13% ao ano mais TR.

O casal Luiz Carlos Mineiro e Luciana Guimarães já tem dois imóveis, mas, com o anúncio das novas regras, já planeja comprar o terceiro. “Essa também é uma estratégia dos bancos para fidelizar o cliente por mais tempo”, diz Luiz Carlos.

Banco lucra R$ 1,716 bilhão no 1º semestre

A Caixa Econômica Federal fechou o primeiro semestre do ano com lucro líquido de R$ 1,716 bilhão. O ganho é 27,6% maior,se comparado ao do mesmo período de 2006 (R$ 1,344 bilhão).

“Entre outros fatores, contribuíram para o resultado as receitas das operações de crédito, que registraram crescimento de 6,2% no período, e a captação líquida da poupança, de R$ 4,3 bilhões”, destaca a Caixa.

Até junho, as receitas com prestação de serviços (tarifas cobradas dos correntistas) avançaram 22,1% e chegaram a R$ 3,353 bilhões. No primeiro semestre do ano passado, essa fatia do resultado era de R$ 2,746 bilhões. Só as receitas com tarifas foram quase que suficientes para cobrir as despesas com pessoal, de R$ 3,360 bilhões, aumento de 10,4%. Os gastos administrativos subiram 5,5% (R$ 2,267 bilhões). Os ativos aumentaram 19%, para R$ 237,518 bilhões. Um ano antes, eram de praticamente R$ 200 bilhões.

O Tesouro Nacional receberá parte do lucro da Caixa como dividendos. O total repassado aos cofres públicos será de R$ 386 milhões.

Poupança se destaca, com captação recorde

A Caixa vem registrando excelentes resultados na caderneta de poupança. Se considerados os primeiros sete meses deste ano, a captação líquida (depósitos superando os saques) chega a R$ 5,5 bilhões. Trata-se do melhor resultado dos últimos anos. Para se ter idéia, na comparação com igual período de 2006 (R$ 2,5 bilhões), a alta é de 121%.

Vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza atribui o grande salto da poupança à contínua queda da taxa básica de juros (Selic), o que torna a caderneta muito competitiva em relação aos demais investimentos de renda fixa. “O momento vivenciado pelo mercado financeiro vem levando os investidores a buscar proteção para seus recursos, o que gera uma expectativa de maior crescimento para os depósitos em poupança”.

A Caixa tem 32,7% de participação nesse mercado. São R$ 68 bilhões, em 33 milhões de contas. A opção de investimento mais popular do País tem como atrativos isenção de Imposto de Renda e de CPMF, nesse caso se o dinheiro ficar aplicado por pelo menos três meses.

Fonte: Jornal O Dia Online

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