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Notícias


Telefonia móvel: Como reduzir o valor da conta
16/10/2007


Para economizar, usuário deve definir perfil e escolher a melhor opção. Pro Teste tem simulador para calcular custo

Rio - A Pro Teste (organização não-governamental de defesa do consumidor) fez uma pesquisa em nove estados brasileiros (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia e Goiás, além do Distrito Federal) e analisou 877 pacotes das operadoras de telefonia móvel. O objetivo foi mapear os planos ideais para os consumidores. De antemão, os técnicos da Pro Teste chegaram à conclusão de que os planos pós-pagos de minutos são mais econômicos e os pré-pagos — que representam 80% do mercado — são bem mais caros. Por isso, só devem ser a opção de quem costuma falar pouco ao celular.

A pesquisa analisou aspectos de 685 planos pós-pagos e 192 pré-pagos. Os técnicos catalogaram estado de origem, total de ligações no mês, percentual e duração média de cada chamada (locais, interurbanas dentro da área de concessão e interurbanas fora da área de concessão) e proporção de ligações nos horários reduzido e normal. É importante avaliar também como cada usuário distribui as suas chamadas de fixo para celular da mesma operadora e de outras concessionárias.

Todas essas perguntas foram organizadas em um simulador que calcula o perfil do usuário e indica o melhor plano em cada estado. O Brasil tem 110 milhões de consumidores dos serviços — hoje é o quinto mercado mundial de telefonia celular. A concorrência, segundo a Pro Teste, funciona. Para descobrir o perfil, o usuário deve acessar o site www.proteste.org.br e, com a conta ou o relatório de ligações em mãos, responder às perguntas.

CLARO PERDE POSIÇÃO

São três os perfis básicos: quem telefona mais em horário comercial; quem tem parentes ou amigos longe; ou quem gosta ou precisa falar muito. Mas o teste pode ser parâmetro para que os usuários até mudem o próprio perfil, para pagar menos.

Respeitadas as particularidades, a pesquisa comparou os resultados atuais com os anteriores. No ano passado, por exemplo, a Claro oferecia os planos mais em conta, mas perdeu posição para a Vivo (exceto em Pernambuco e Minas Gerais, porque a empresa não opera lá).

Cuidado com impostos que elevam tarifas

A operadora Vivo se destacou a partir do lançamento de um novo plano, que permite a contratação de acordo com os objetivos do cliente: oferece a opção pela quantidade de minutos locais, ligações DDD e roaming ou pacote de serviços, que inclui torpedos e acesso à Internet. Se o consumidor mora no Rio e faz ligações freqüentes para outro estado, a melhor opção é a chamada DDD, que vai oferecer mais alguns minutos grátis.

Segundo a Pro Teste, as empresas oferecem os mesmos planos em todos os estados analisados pela pesquisa. Mas, embora as denominações nunca mudem, as tarifas, por sua vez, são bem diferentes em cada um deles, por um aspecto que nada tem a ver com a operadora de telefonia: os impostos.

A pesquisa também constatou que os principais problemas no segmento continuam praticamente os mesmos. O valor considerado abusivo cobrado por chamadas em roaming (fora da área de cobertura), limitação à liberdade de escolha do consumidor entre operadoras por causa do bloqueio e a ausência de divulgação das tarifas (não incluem planos que não são mais comercializados, mas ainda estão ativos para seus antigos usuários). Outra queixa da associação de defesa do consumidor é a falta de atualização das informações nos sites das operadoras.

Multa ao mudar de contrato

Uma das dúvidas do usuário é sobre a mudança de plano. A multa cobrada pela operadora é uma delas. Segundo a Pro Teste, a empresa pode cobrar, se isso estiver no contrato. Mas adverte que a carência exigida não deve ultrapassar um ano, e essas multas devem ter valores fixos — segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Se a operadora pagar parte do aparelho (comprado com desconto), o prazo pode ser maior.

O Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil determinam que o valor da multa deve ser proporcional ao tempo em que o cliente é vinculado e ao tipo de plano contratado. Quanto mais tempo o usuário fica no plano, menor deve ser o valor que terá de pagar para sair dele. A cobrança de valor fixo, sem levar em conta esse tempo, pode ser considerada abusiva. Para tirar dúvidas, o usuário deve procurar a Anatel (0800-332001).

Fonte: O DiaNossas notícias são retiradas na íntegra dos sites de nossos parceiros. Por esse motivo, não podemos alterar o conteúdo das mesmas até em casos de erros de digitação. 

fonte:http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=8994