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Cidades Quarta, 6 de junho de 2007, 13h13 Atualizada às 16h19 Número de idosos aumenta 56% em SP em 26 anos

A estrutura da população paulista mudou significativamente ao longo dos últimos 26 anos. Segundo estudo da Fundação Seade, houve um decréscimo de 28,2% na participação de crianças com 14 anos ou menos e aumento de 56,3% na proporção de idosos com 60 anos ou mais. Essas alterações indicam que o Estado vem sofrendo uma desaceleração no ritmo do crescimento populacional.

SP tem mulheres a mais que homens

A pesquisa também aponta o aumento de 117,6% no índice de envelhecimento da população do Estado, calculado a partir da relação entre o número de pessoas com 60 anos ou mais e aquelas com idade igual ou inferior a 14 anos. Enquanto a participação das crianças de 0 a 14 passou de 33,7%, em 1980, para 24,2%, em 2006, o percentual de idosos com 60 anos ou mais subiu de 6,3% para 9,8% no período.

Os municípios paulistas menos populosos têm uma média de idade superior à média do Estado de São Paulo. Em 2006, 87% dos municípios com menos de 10 mil habitantes apresentaram percentual de pessoas idosas superior à média do Estado, que foi de 9,8%.

Entre os 645 municípios paulistas, os três que têm a maior proporção de pessoas com mais de 60 anos foram Águas de São Pedro (21,2%), Santa Rita d'Oeste (19,9%) e Santana da Ponte Pensa (19,8%). As três localidades com os menores percentuais de pessoas nessas condições foram Itaquaquecetuba (4,4%), Francisco Morato (4,5%) e Jandira (4,6%).

Redação Terra

Brasil

Sexta, 1 de junho de 2007, 13h02 Atualizada às 13h13 Estudo:

SP tem 860 mil mulheres a mais que homens A diferença entre a população masculina e feminina nunca foi tão acentuada no decorrer dos últimos 26 anos no Estado de São Paulo como agora, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em 2006, para cada 100 mulheres paulistas, havia 95,8 homens, o que, em números absolutos, equivale a 860 mil mulheres a mais em relação à quantidade de homens.

Essa relação, chamada de razão de sexos, não se manifesta da mesma forma entre as diversas faixas etárias da população. Em 2006, o sexo masculino prevaleceu até a faixa etária de 15 a 19 anos. A partir dos 20 anos, o número absoluto de mulheres superou o de homens.

O descompasso deve-se principalmente à maior esperança de vida observada para a população feminina, o que leva a um aumento das diferenças populacionais entre homens e mulheres, especialmente no que se refere aos adultos e idosos. Outro fator que influencia as diferenças mencionadas são os fluxos migratórios, que podem acentuar ou atenuar os contrastes, sobretudo no contexto intra-estadual.

A razão de sexos também varia significativamente conforme os diversos municípios e regiões administrativas de SP. Enquanto em 2006 a Região Metropolitana de SP apresentou a maior diferença regional entre a população masculina e a feminina (93,3 homens para cada 100 mulheres), a região de Sorocaba foi a mais equilibrada, com uma razão de sexos muito próxima a 100. A cidade de Registro, por sua vez, apresentou maior participação da população masculina, com 103,2 homens para cada 100 mulheres.

Redação Terra