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REDE INTERSETORIAL DE ATENÇÃO À SAÚDE NO ENVELHECER

 

Apesar da expectativa de vida do brasileiro ser de 71,9 anos ,ele têm, na média só 56,6 anos de vida livre de incapacidades e de doenças crônicas.Isso significa que, em 21,3% de sua vida, deve conviver com alguma incapacidade. É o que nos mostra os resultados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) . Em países desenvolvidos, a proporção do tempo vivido com alguma incapacidade é menor do que no Brasil. A única exceção entre os países mais ricos são os Estados Unidos. Lá, as mulheres, apesar de terem alta expectativa de vida (78,2 anos), têm esperança de viver sem incapacidades até os 57,9 anos, ou seja, 26% do tempo de vida,  vivido com alguma limitação. Entre os homens americanos, essa proporção é de 27%. 

     O principal desafio que a longevidade propõe às pessoas idosas é a preservação da qualidade de vida, na presença das ameaças de restrição da autonomia e da independência, causadas pela deterioração da saúde e pelo empobrecimento da vida social. A capacidade de tomar decisões e o auto-governo podem ser comprometidas por doenças físicas e mentais ou por restrições econômicas e educacionais.                    

Atualmente o grande desafio que as populações idosas estão enfrentando é o  aumento das dependências e fragilizações que se acentuam especialmente a partir dos 75 anos de idade, requerendo atenção especial dos organismos oficiais e da sociedade em geral. Infelizmente as Pessoas Idosas não possuem poder de pressão sobre os nossos governantes e esse fato torna mais difícil o atendimento de suas necessidades básicas.

A inédita Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa:

Avanço e Expectativa!

É com muita esperança e expectativa, mesmo que seja por uma necessidade demográfica (17.7 milhões de brasileiros com mais de 60 anos), o reconhecimento das Pessoas Idosas serem atendidas através de conceitos e avaliações Geriátricas e Gerontológicas  e não nos moldes tradicionais que até agora se realizaram, com pouquíssimos resultados de impacto.

           Em 18 de outubro de 2006 foi lançada, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa.
          A estratégia tem por finalidade recuperar, manter e promover a autonomia e a independência dos idosos. Um dos grandes diferenciais é a orientação dos serviços públicos de saúde em “identificar o nível de dependência do idoso” e atribuir um acompanhamento diferenciado para cada situação. Numa estratégia complementar, estão sendo lançadas duas ações de grande relevância para o atendimento ao idoso:
1. A internação domiciliar no Sistema Único de Saúde (SUS);
2. A Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.
          A partir de agora, o atendimento à saúde da pessoa idosa que é prestado pelo SUS, deve fazer a “distinção” entre idosos “INDEPENDENTES” e aqueles que apresentam “algum nível de FRAGILIDADE”. Nesse caso, os dependentes representam cerca de 25% de toda a população com mais de 65 anos atendida pela estratégia do Programa Saúde da Família. Os profissionais de saúde, portanto, devem avaliar as pessoas idosas de acordo com a sua capacidade funcional.

           A Portaria prevê estímulo às ações intersetoriais, visando à integralidade da atenção com o pressuposto de reconhecer os parceiros em órgãos governamentais e não governamentais que trabalham com a Pessoa Idosa  evitando assim a duplicidade de ações, corrigindo distorções e potencializando a rede de solidariedade. A coordenação da área técnica do idoso do Ministério da Saúde tem mencionado com freqüência alguns parceiros potenciais: os Serviços de Saúde, as Associações Comunitárias, as Comunidades Religiosas, o SESC e a Pastoral da Pessoa Idosa. Esta já possui convênio com o Ministério da Saúde e trabalha em parceria.

PISTAS DE AÇÃO:

É extremamente necessária que junto com o cumprimento da lei que criou o Conselho Estadual dos Direitos do Idoso, se crie com a mesma urgência a “COORDENAÇÃO ESTADUAL DA POLÍTICA DE ATENÇÃO A PESSOA IDOSA” ligada a alguma secretaria.

A publicação do Estatuto do Idoso, reconhecidamente foi um grande avanço, todavia, poderíamos estar numa situação bem melhor nas Políticas de Atenção a Pessoa Idosa se ela estivesse realmente funcionando, pois, falta garantir a Dotação De Recursos Financeiros – FUNDO ESTADUAL DAS PESSOAS IDOSAS.

A nossa necessidade "Urgente" é de estarmos novamente MOBILIZADOS, assim sendo criar o FORUM ESTADUAL DAS ONG’s SOBRE ENVELHECIMENTO é “fundamental” . Enquanto sociedade civil organizada do segmento de atenção às Pessoas Idosas (ONG's, OSCIPS, etc...) estiverem desarticulados e combatendo apenas questões focais (ex: passagem de graça no transporte coletivo interestadual) desviando a atenção de questões realmente essenciais (a principal: atenção a Velhice Fragilizada), por exemplo, favorecerá a iniciativa privada cujos investimentos serão cada vez mais em programas para Pessoas Idosas saudáveis e com poder de consumo.
            E a principal pista de ação é a necessidade "Urgente" das Pessoas Idosas se manifestarem para que sejam vistas, para que falem e sejam ouvidas. Para tal "OUSADIA" é muito importante participar da Comemoração Latino Americana do dia Internacional do Idoso em 01 de outubro de 2007 realizando PASSEATAS e outras MANIFESTAÇÕES simultâneas em todas as cidades do Paraná integrando o movimento de valorização das pessoas idosas brasileiras liderado no país pela ONG “ Movimento Idosos Solidários”.

 

Dr. João Batista Lima Filho

Médico Geriatra 

Representante do titular do Hospital Geriátrico Cegen  no CEDI

Assessor da Coordenação Nacional da Pastoral da Pessoa Idosa