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Aqui serão indicados livros referentes não só  ao envelhecimento, como também, literatura geral


OCLUSÃO DENTÁRIA: PRINCÍPIOS E PRÁTICA CLÍNICA

O livro OCLUSÃO DENTÁRIA: PRINCÍPIOS E PRÁTICA CLINICA foi elaborado com o intuito de proporcionar ao estudante de Odontologia, bem como ao cirurgião-dentista, uma ferramenta útil para maior compreensão da Oclusão e suas implicações na clínica odontológica diária.

Esta disciplina tem sido responsável por grandes discussões e controvérsias entre os clínicos e pesquisadores, tanto no aspecto teórico quanto prático, fazendo com que boa parte dos estudantes e profissionais a percebam como uma disciplina muito complexa, de difícil entendimento. Tal fato faz com que os principais interessados (estudantes e cirurgiões-dentistas) se afastem e percam o interesse pela disciplina que tem maior e mais importante repercussão clínica nas demais áreas da Odontologia.

Para mitigar este efeito indesejável, o presente volume procura trazer os conceitos mais atuais da Oclusão de maneira simples, clara e objetiva; privilegiando sempre o enfoque na aplicabilidade clínica, com figuras e fotos ilustrativas, que permitam o completo entendimento e imediata aplicação da teoria na prática clínica.

DRS LEONARDO & JARBAS

Março 2012

GENTE DE MUITOS ANOS

Esta coleção tem como objetivo provocar situações de análise e reflexão sobre valores e atitudes fundamentais para a formação da criança, que começa a construir seus princípios éticos e morais a partir dos primeiros anos de vida.
A ideia é trabalhar com temáticas sociais – como os direitos das crianças, dos professores, dos portadores de necessidades especiais, entre outros –, propondo modelos e situações cotidianas do processo de socialização de forma lúdica e divertida.
Neste Gente de muitos anos, queremos chamar a atenção da criança para os direitos dos idosos.



Keith Philips - A ordem de Jesus aos cristãos foi para que formassem discipulos. Este livro fornece princípios que nos ajudam a compreender e cumprir esta missão. A venda na IBMorumbi - www.ibmorumbi.com.br

http://www.oabsp.org.be/noticias/2012/03/29/7814

COMISSÕES DA OAB SP DISPONIBILIZAM CARTILHAS NO SITEAções do documento29/03/2012Estão disponíveis no site da OAB SP (www.oabsp.org.br) quase 30 cartilhas em formato PDF com orientações sobre diversas áreas do direito e divulgação das atividades desenvolvidas pelas comissões da Seccional Paulista da Ordem. São temas como advocacia pública, crimes de alta tecnologia, adoção, terceiro setor, idosos, mulheres, mediação e arbitragem, meio ambiente, ensino, juizados especiais, cidadania, entre outros.

O objetivo do projeto das cartilhas é divulgar as atividades desenvolvidas pelas mais de 100 comissões permanentes e especiais da OAB SP e prestar serviço à população. “Os textos foram elaborados de forma didática, de maneira a servir de guia para advogados e cidadãos a respeito de cada ramo do Direito e da sua legislação específica”, explica a diretora secretária-adjunta da OAB SP, Clemencia Beatriz Wolthers.

Para o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, as cartilhas elaboradas pelas comissões da Ordem  dão uma lição de cidadania à medida  que informam e orientam as pessoas sobre seus direitos.

Em breve, as cartilhas também serão distribuídas em CD pelas comissões, em eventos, subseções da Ordem, para autoridades, membros e colaboradores da comissão e quem mais tiver interesse no assunto.

O link para conferir as cartilhas é o www.oabsp.org.br/comissoes2010/cartilhas-das-comissoes-oab-sp.

http://www.oabsp.org.br/noticias/2012/03/29/7814
Cartilhas das Comissões - OAB SP AÇÃO SOCIAL Cartilha Cidadania e Ação Social - 2012

 Cartilha da Comissão de Ação Social - 2012
ADVOCACIA PÚBLICA

 Uma Função Essencial a Ser Conhecida - 2005

 Uma Instituição que Pertence ao Povo - 2005
APOIO AO ADVOGADO

 Cartilha de Orientação ao Advogado - 2010
CRIMES DE ALTA TECNOLOGIA

 Uso Seguro da Internet para Toda Família - 2010
DIREITO À ADOÇÃO

 Adoção – Um Ato de Amor - 2012
DIREITO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

 Deficiência com Eficiência - 2006

 Cartilha Direito das Pessoas com Deficiência - 2011
DIREITO DO TERCEIRO SETOR

 Cartilha do Terceiro Setor – Captação de Recursos para o Terceiro Setor – Aspectos Jurídicos - 2007

 Cartilha do Terceiro Setor - 2007

 OS e OSCIP - 2006
DIREITOS DOS ADVOGADOS IDOSOS

 Manual do Idoso - 2007

 Cartilha do Idoso – 2012
DIREITO INFANTO-JUVENIS

 Guia da Infância - 2010
ENSINO JURÍDICO

 Processo de Avaliação para Reconhecimento e Renovação de Autorização para o Curso de Direito - 2011
JUIZADO ESPECIAL FEDERAL

 Projeto: Juizado Especial - 2011
MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM

 Arbitragem... O que Você Precisa Saber - 2006
MULHER ADVOGADA

 Cartilha de Orientação sobre Direitos Trabalhista - 2009

 Cartilha Sobre Violência Contra a Mulher - 2009

 Cartilha de Estruturação dos Trabalhos - 2011

 Cartilha da Família - 2011

 Cartilha Saúde da Mulher - 2011
OAB VAI À FACULDADE

 7 maneiras de Encantar Seus Clientes - 2011
OAB VAI À ESCOLA

 Cartilha OAB Vai a Escola - 2005 SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

 Programa de Implantação da Coleta Seletiva - 2005http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/cartilhas-das-comissoes-oab-sp
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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina." Cora Coralina
"Saber não é o bastante, precisamos aplicar. Querer não é o bastante, precisamos fazer." Bruce Lee
"A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original." Albert Einstein

Saiba mais sobre os ODM-SP nab http://odmsp.blogspot.com/
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Rede Mobilizadores COEP ( Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida)   
www.mobilizadores.org.br/coep - www.mobilizadorescoep.org.br

"Consumidor@ informad@ é Consumidor@ Consciente."Flavia Loureiro

Prezad@s Amig@s. Estamos ajudando a divulgar. Repassem. Participem. Desejamos compartilhar matérias de interesse de nossa área de atuação, acreditando estar lhe prestando, gratuitamente, um serviço relevante e de qualidade. Desculpe, quem não nos conhece, mas seu nome está na nossa lista (se quiser, retiramos) Ou, se estiver satisfeito, encaminhe-nos suas sugestões de assuntos correlatos e/ou fontes alternativas. Aos amigos,



Da disseminação dos ideais abolicionistas e republicanos, passando pelo nacionalismo de Getúlio Vargas, a política brasileira sempre deu samba


Soraia Costa

Carnaval é época de descontração e divertimento, mas a alegria também dá passagem ao desabafo. E assim surgem as sátiras políticas, presentes nas marchinhas de Carnaval e que tratam, sempre de maneira bem-humorada, dos acontecimentos políticos em voga na época.

A relação entre a política e o Carnaval é antiga, vem de muito antes, portanto, de mensaleiros e sanguessugas botarem seus blocos na rua. E remete aos tempos do Império, antes mesmo de a festa se tornar um símbolo nacional. Já no século passado, as clássicas marchinhas – quase sempre críticas – também serviram para render homenagens ou relembrar fatos históricos.

Em seu mais recente livro, “Política e Religiões no Carnaval” (Ed. Irmãos Vitale), lançado em janeiro, o jornalista, produtor cultural e escritor Haroldo Costa  apresenta alguns exemplos de como os fatos políticos influenciaram e continuam a contagiar a festa mais tradicional do país.

“O livro faz um levantamento da política como fato ao longo da história do Brasil”, explica Haroldo Costa, um dos mais profundos conhecedores do Carnaval carioca. A primeira manifestação dessa relação entre política e Carnaval remete a 1761, quando foi feita uma homenagem ao nascimento do príncipe da Beira D. José, conta o escritor.

Depois, em 1786, um novo desfile foi realizado nas ruas do Rio de Janeiro para comemorar o casamento de D. João IV com a princesa Carlota Joaquina. A festa foi produzida pelo vice-rei Luis de Vasconcelos.

O início da festa

Tradicionalmente costuma-se atribuir o início do Carnaval à chegada da família real portuguesa no Brasil, em 1808. Mas a festa começou muito antes, garante Haroldo Costa. E, surpreendentemente, chegou primeiro a Porto Alegre, com a vinda, em 1762, de 60 casais da ilha dos Açores que trouxeram para cá o entrudo. Essa primeira manifestação carnavalesca era semelhante ao Carnaval de rua de Pernambuco: blocos de rua com bonecos gigantes.

“Depois, por volta de 1820, foram formadas as sociedades carnavalescas, que se engajavam na luta política. Elas eram pré-abolição e pró-República”, diz Haroldo ao Congresso em Foco.

Intelectuais e artistas da época participavam dessas sociedades, que ficaram conhecidas pelos “carros de idéia” (antecessores dos atuais carros alegóricos), nos quais tomavam posição contra abusos e erros de autoridades. Em 1881, por exemplo, o grupo batizado de "Os Fenianos" – cujo nome era uma homenagem a revolucionários irlandeses – levou às ruas do Rio um carro com a figura do então imperador D. Pedro II representado com uma mancha no peito. “Era a mancha da escravidão”, explica o pesquisador.

Ele também lembra que os dois primeiros presidentes brasileiros, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, também foram “homenageados” no Carnaval e ganharam marchinhas próprias.

“Então a história do Carnaval é pontuada por músicas que falam de fatos políticos. No Estado Novo também havia várias musicas sobre Getúlio Vargas. Embora elas sempre falassem bem dele, por causa da censura, sempre apareciam alguns carros de crítica nos desfiles”, relata Haroldo Costa. Entre as composições enaltecedoras dedicadas ao então presidente está “Seu Getúlio” (veja a letra), de André Filho, que viria a compor o hino Cidade Maravilhosa.

No bico da chaleira

A sátira política nas músicas de Carnaval, conta o pesquisador, ajudaram até a inventar um verbo: “chaleirar”, que hoje é usado para caracterizar o bajulador, o famoso puxa-saco.

O senador gaúcho José Gomes Pinheiro Machado, líder do Partido Republicano Conservador, era conhecido por sempre tomar chimarrão em suas reuniões. Um dia, quando um de seus auxiliares foi servir a água quente para colocar no mate, em vez de segurar na asa, pegou no bico da chaleira. O episódio deu origem a uma marchinha de Carnaval.

A música “No Bico da Chaleira”, de Juca Stotoni, fez sucesso no Carnaval de 1909. Sua letra, embora não trouxesse o novo verbo, ajudou a consagrá-lo como sinônimo de bajular entre a população. A marchinha dizia: “Iaiá, me deixe subir nessa ladeira/ que eu sou do grupo que pega na chaleira". Uma das figuras mais fortes do Legislativo, Pinheiro Machado morava no alto do Cosme Velho, no Rio. A música fez tanto sucesso que resultou na peça de teatro-revista Pega na chaleira, de Raul Perderneiras e Ataliba Reis (ouça a canção).

Festa nacional

A política está presente tanto no Carnaval de rua quanto nos enredos das escolas de samba. As escolas do Rio de Janeiro, por exemplo, já homenagearam Juscelino Kubitscheck, Tiradentes e Zulu dos Palmares, figuras marcantes da história do país.

Em 1989, ano do centenário da República, o samba da Imperatriz Leopoldinense, “Liberdade, Liberdade! Abre as Asas sobre Nós!”, arrasou na avenida (ouça). Vencedor daquele ano, ele ainda hoje é um dos enredos mais lembrados da folia carioca (veja a letra).

“Carnaval é liberação total. É um momento de divertimento e de democratização. E a crítica política também entra nessa liberação”, defende Haroldo Costa, acrescentando que o Brasil é o único país do mundo que tem o Carnaval como uma festa nacional.

Para ele, é no Carnaval que as pessoas encontram espaço para transmitir suas emoções, sejam de satisfação ou de insatisfação. Este ano no Rio, por exemplo, ele acredita que vários blocos falarão sobre o boicote ao pagamento do IPTU, assunto que tem mexido com a cidade e tirado o sono do prefeito César Maia (DEM). 

“O Carnaval no Brasil é um acontecimento que mobiliza todo mundo. Tem crítica, mas também tem homenagem e elogio. Nos outros países a festa é mais localizada e, na maioria das vezes, consiste em um baile de máscaras ou um desfile de carros”, diz o pesquisador.

Só Brasil

Por décadas, o nacionalismo de Getúlio, por exemplo, se refletiu no samba-enredo das escolas cariocas. Um acordo feito por ele com as então recém-criadas agremiações condicionava a liberação de recursos públicos à abordagem exclusiva de assuntos tupiniquins.

O acerto acabou sendo incorporado no regulamento oficial da União das Escolas de Samba, responsável pelo julgamento dos desfiles. Não por acaso, Zumbi, D. João VI e o próprio Getúlio aparecem, respectivamente, como as figuras mais lembradas pelas escolas do Rio.

Autor de outras seis publicações sobre o Carnaval carioca, Haroldo Costa diz que só pode escrever sobre o assunto “quem for carnavalesco, quem gostar dos folguedos de Momo, quem envelhecer trepidando com sambas, correndo para ver passar na rua ou mesmo numa distante esquina, ou ainda para acompanhar, um bloco, um rancho, uma escola de samba”.

Para quem vê com desconfiança a “industrialização” da festa na Sapucaí, com sambas-enredos feitos sob encomenda, seja para os financiadores do espetáculo, seja para a TV, Haroldo guarda na ponta da língua uma resposta, que faz questão de destacar em sua página na internet: “O Carnaval carioca não morreu, não morrerá. Este é o mais belo carnaval do mundo”.

http://congressoemfoco.ig.com.br/DetQuestaodefoco.aspx?id=69



SANDRA BENEVENTO BERTELLI - COORDENADORA

Editado pela Qualitymark - lançamento setembro 2006

Escrita da quarta capa do livro O IDOSO NÃO QUER PIJAMA!

Como todo ser humano, somos preparados para crescer, entrar na escola, namorar, casar, ter filhos e trabalhar, mas quando o assunto é deixar de ser jovem, o despreparo é total! A sociedade precisa, urgentemente,reformular suas idéias a respeito da velhice, eliminando os estereótipos e preconceitos.É preciso redirecionar o atendimento ao idoso no enfoque que conduz à ação, valorizando o cidadão que ele é enquanto sujeito do processo de transformação social.

Tão importante quanto trabalhar com o idoso é trabalhar com as pessoas de seu convívio, para que estas possam compreender as mudanças que ocorrem com quem entra nesta fase. No interior do trabalho com o idoso, há uma prática social, um ato político, é importante percebermos essa dimensão em nossa prática e qual horizonte lhe conferimos.Promover o idoso é abrir-lhe espaços para criar e se desenvolver como um todo, para que, assim, possa se adaptas às alterações que o processo de envelhecimento exige.

            O livro O Idoso Não Quer Pijama discorre sobre todas essas questões ao apresentar ao idoso não apenas como um cliente em potencial,mas também como um cidadão, além de indicar caminhos para aqueles que desejam ampliar sua visão sobre o  envelhecimento e, ao mesmo tempo, oferecer serviços de qualidade para este público que vem crescendo em todo o mundo. Vale a pena conferir.

            Cristina Fogaça – Gerontóloga pela Universidade de Barcelona e Mestre em Gerontologia pela PUC/SP. Presidente da AUFATI – Associação das Universidades e Faculdades Abertas para a Terceira Idade do Estado de São Paulo e Diretora da FAMA (Faculdade Aberta para a Maturidade Ativa).Coordenadora voluntária do projeto Cooperar para Capacitar e Desenvolver, junto à Prefeitura de São Paulo, na área do envelhecimento.



Vida e Carreira - David Wong
Formato: 140X210 cm - 216 pgs

Decisões sábias em cada etapa da vida. Autor "BestSeller" do Instituto Haggai Internacional.

Numa corrida, é importate o modo como iniciamos e como corremos.Mas a verdade, é como finalizamos que importa. Na vida este princípio também se aplica e como a terminamos é que importa. Neste livro, David Wong, nos mostra como tomar decisões sábias em cada etapa da vida.

www.ibmorumbi.com.br/loja

11-3779-0250