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Os especialistas do Chile e de todo o mundo buscam parâmetros que avisem em tempo quem são as pessoas com maior risco de apresentar incapacidades. O cenário se repete a cada dia: um idoso dá entrada em um hospital com pneumonía. Se recupera, mas o repouso deixa-o com uma certa rigidês muscular. Após alta, teve dificuldades em andar, perdeu o equilíbrio, caiu e teve uma fratura óssea. Foi reinternado, mas agora na Traumatologia.

 De médico em médico, isso acontece com muitos idosos em situação de incapacidades, isto é, que apresenta\m uma condição de risco aonde atuam variáveis físicas, mentais, médicas e sociais que os tornam mais vulneráveis para perderem a sua autonomia e independência.

 Admite-se que cerca de 30% dos idosos possuem fragilidades. É porisso que os principais estudiosos do envelhecimento estão procurando sinais precoces de fragilidade, para identificar com a maior antecedência, as pessoas que poderiam sofrer tal risco por ocasião do envelhecimento.

O chefe da geriatria  do Hospital da Universidade do Chile, Victor Hugo Carrasco, acabou de participar de um Congresso de Geriatria na Espanha, onde este foi um dos temas principais. O motivo é claro: “Sabe-se que os idosos em condição de fragilidade e, como conseqüência, são mais propensos  a tornar-se dependentes , a ficarem doentes, a hospitalizações e a ser colocados em instituições de longa permanência e a falecer prematuramente”.

Alguns especialistas afirmam  que há marcadores biológicos para determinar os mais propensos (como os níveis de Proteína C Reativa ou da homocisteína no corpo); outros, como os profissionais da Universidade do Chile estudam se há alguma relação com a perda da massa muscular (sarcopenia).

Para outros, a causa estaria na dificuldade de caminhar. Recentemente, pesquisadores da Rush University Medical (de Chicago) afirmaram que a pressão alta poderia contribuir para uma diminuição da habilidade em caminhar (30% mais rápida em pessoas com 16 de pressão máxima do que aqueles com apenas 12).

                 

     ATIVIDADES DIÁRIAS

 

   São comportamentos que permitem mais evidência. Atualmente, o sinal mais categórico é a situação funcional: a maior perda de autonomia, o pior prognóstico. “Aqueles que mantém sua autonomia para as atividades normais da vida diária, como viajar, dirigir, manejar o dinheiro, trabalhar, sofrerão menos efeitos negativos do que os que precisam de ajuda nas tarefas básicas como lavar-se, se alimentar ou vestir-se”, afirma o médico.

    A seu critério, depois dos 60 anos, é mais importante perguntar a uma pessoa de fazer ou de não fazer, para determinar seu risco, do que conhecer quantos cigarros fume ou a sua pressão arterial. Um exemplo: “Uma pessoa prostrada, dependente nas atividades básicas e que seja portadora de algum tipo de demência, tem uma expectativa de vida inferior a 2 anos. Por outro lado, para alguém de 70 anos que tem autonomia, sem enfermidade oncológica, com doença crônica controlada, a expectativa é de mais 22 anos de vida.

   Sem evidenciar doença visual, neurológica ou muscular, Carmen Valenzuela (70) estava andando. “Estava caminhando na rua e caí de joelhos, sem saber por que. Uma ocasião tive ciática e fiquei com medo de caminhar”. Há um grande risco, se si considera \que a capacidade de caminhar e a mobilidade são fatores que podem indicar graus de fragilidade. As quedas são dos fatores mais importantes de fraturas e incapacidades graves.

   Há um ano foi criado um programa do Laboratório de Biomecânica da Universidade Maior, que está avaliando as pessoas idosas, para identificar as que estão em maior perigo de sofrer quedas. Com sessões especiais de exercícios, essas pessoas não voltaram a cair.

 O encarregado do projeto, Rony Silvestre, comenta que, com o passar dos anos a postura é alterada e portanto os idosos devem preocupar-se de se manterem fortalecidos. Por exemplo, “temos visto que quando os submetemos a provas cognitivas simples (contar enquanto estão de pé), começam a tremer e portanto são mais suceptíveis a quedas”.

 Outros fatores que aumentam as probabilidades de que uma pessoa sofra quedas, é quando tem dificuldade de sentar-se e permanecer na cadeira, movimenta-se pouco (não consegue mover-se com facilidade), quando responde tardiamente se é desequilibrado em determinados testes ou quando ao dar o primeiro passo – que deve ser de uns 50 centímetros – mas que não supera 10 centímetros. A ordem, então, é estar atento e fazer um diagnótisco precoce.

O doutor Carrasco adverte que é preciso prestar muita atenção às mudanças ocorridas no ultimo ano. Caso no inverno passado podia subir escadas, fazer compras, caminhar várias quadras ou fazer outros afazeres sem dificuldades e agora já não consegue, é preciso consultar um especialista.

Silvestre afirma que com programas especiais de reabilitação da postura, pode-se melhorar o equilíbrio em 7 dias. Uma pessoa com tendência a incapacidade pode reverter a situação mediante uma intervenção multi disciplinar e integral. Isto implica em programas de exercícios, adaptação do ambiente físico, terapia ocupacional, estimular atividades sociais e recreativas, etc.

Consequentemente, manter-se sadio apesar da idade. Fazer atividade física sistemática (30 minutos, 3 vezes por semana), procurar dormir bem e ter uma alimentação balanceada (mediterrânea), ter um envelhecimento com qualidade de vida. Estes hábitos são muito mais importantes que qualquer multi vitaminico. Ainda assim, é preciso evitar o repouso absoluto quando se está doente e não permitir que os outros  -por carinho- queiram fazer tudo, pois assim se vai descondicionando fisicamednte. Um dia imóvel numa cama significa perda de 0,5% da massa muscular. Pior: provoca rigidez articular, altera a respiração, digestão e circulação.           

(Maria Paz Carvajal – El Mercurio Chile – Rede Latino Americana de Gerontologia – RLG)


Colaboração:MOVIMENTO IDOSOS SOLIDÁRIOS

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