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              O QUE É?

 

A doença de Parkinson, também conhecida como Mal de Parkinson, refere-se a uma degeneração lenta e progressiva de neurônios que produzem a dopamina, um mensageiro químico com função estimulante em todo o sistema nervoso central, relacionada principalmente às áreas do movimento, da motivação e da sensação de prazer.

Como a quantidade normal de dopamina deixa de ser liberada, surgem falhas nos mecanismos do controle motor do indivíduo.

 

QUAL É A CAUSA DA DOENÇA?

 

Apesar dos inúmeros progressos obtidos nas pesquisas da doença de Parkinson, a sua causa ainda permanece obscura, sendo definida na maioria das vezes como idiopática (sem causa definida).

Sabem-se, porém, que predisposição genética e fatores ambientais podem levar ao desenvolvimento da doença.

Diversos estudos associam uma maior freqüência do aparecimento da doença de Parkinson em pacientes que vivem na zona rural, que fazem uso de água de poço, que estão expostos a herbicidas e pesticidas e que são constantemente expostos a produtos químicos industriais tais como manganês, mercúrio, cianeto, dissulfeto de carbono, solventes e produtos petroquímicos.

 

SINTOMAS

 

Os primeiros sinais não costumam chamar a atenção, geralmente são cansaço e sensação de mal-estar ao fim do dia, que podem vir associados a dores musculares, quedas na pressão arterial, depressão e irritabilidade. 

Apesar de variarem em cada indivíduo, há quatro sintomas típicos, aqueles que permitem diagnosticar a doença: rigidez muscular, diminuição na quantidade e na velocidade do movimento, tremor em repouso (principalmente nas mãos) e instabilidade postural. Nem sempre o paciente apresenta os quatro sintomas, mas a presença de pelo menos dois deles é necessária para fazer o diagnóstico. Eles começam a aparecer 5 a 10 anos após o início da doença e, nesse estágio, já houve pelo menos 60% de degeneração dos neurônios dopaminérgicos, na maioria dos casos.

O quadro típico de um paciente com a doença de Parkinson caracteriza-se por uma caligrafia cada vez menor e menos legível, voz monótona e menos articulada, postura fletida anteriormente (chamada por alguns autores de postura simiesca), movimentos vagarosos, passos curtos e os pés tendendo a arrastar no chão. Pernas, braços e o tronco parecem rígidos, atividades cotidianas como abotoar camisa, andar e levantar da cama tornam-se tarefas complicadas, visto que há perda no automatismo dos movimentos. Os sintomas não costumam ser simétricos, geralmente são mais visíveis em um lado do corpo.

Sintomas não-motores podem estar presentes, sendo os mais comuns: déficits de memória, lentificação do pensamento, demência (presente em cerca de 10% a 40% dos pacientes), déficits de concentração e de aprendizado, alterações de humor e de personalidade, apatia, psicose, entre outros.

 

Em breve, artigo sobre os principais tratamentos disponíveis...  

 

 

Mariane S. de A. Machado

Fisioterapeuta atuante nas áreas de Neurologia, Postura e Equilíbrio

Cel: (11) 8494-3731            email: mariandrade@terra.com.br