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"Respeitar o idoso é respeitar a si mesmo”, termo muito conhecido, mas que não é valorizado nem colocado em prática. No Brasil, o descaso, o preconceito, a dificuldade no acesso a serviços primários são os principais fatores que causam sofrimento naqueles que rumam a uma nova fase da vida: a terceira idade.

Hoje, temos 18 milhões de pessoas com mais de 60 anos, que representa 10% da população, mas a expectativa é que até 2025 teremos mais de 30 milhões, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Este aumento exacerbado no número da população adulta acima de 60 anos é reflexo da baixa natalidade e da evolução na esperança de vida que, atualmente, atinge a média de 68,6. Cerca de 2,5 anos a mais do que nos anos 90.

Com estes índices, fica evidente a necessidade do avanço nas políticas públicas de inclusão para proporcionar um envelhecimento bem sucedido. Para tanto, algumas ações foram criadas, como: transporte púbico gratuito e os núcleos de convivências para o idoso. Mesmo assim, a situação dos mais velhos no Brasil é bastante crítica.

Para a presidente da Associação das Universidades e Faculdades Aberta para Terceira Idade (Aufati), Cristina Fogaça, “é preciso que o idoso mostre que a idade não impede que a pessoa continue a contribuir na evolução social e humana, que ele fez e faz parte da história do País e do mundo e também ter consciência que não perdeu seu papel e lugar como cidadão”. Cristina é especialista em cursos na área de envelhecimento humano.

Em 2003, o Governo Federal promulgou o Estatuto do Idoso (leia mais na pág. 2), que regulamenta os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Contudo, muitos benefícios ainda não saíram do papel, isso porque a maioria dos idosos desconhece seus direitos.

Em contrapartida, a “Universidade Para a Terceira Idade” (leia mais na pág 4) é uma ação inovadora que deu certo e que, além das aulas teóricas, oferece ao idoso uma integração na comunidade, por meio de passeios, aulas de dança, artesanatos, entre outras atividades.

“Me sinto realizada. Aqui promovemos festas, temos campanhas para ajudar as pessoas necessitadas da comunidade e tenho contato com pessoas que falam a mesma linguagem”, relata Ione Rodrigues Rosin, 61 anos, aluna da Universidade Livre para Terceira idade da Universidade Metodista de São Paulo.

Para especialistas em gerontologia, participar de atividades e incluir o idoso ativamente na sociedade por meio de contato com amigos e familiares contribui significativamente para elevar a auto-estima.

“Nós temos três tipos de envelhecimento: psicológico, biológico e social. Para termos um envelhecimento saudável temos que cultivar amigos, ter prazer no que fazemos, sorrir, amar, se gostar e nunca se anular”, acredita Cristina Fogaça, presidente da Aufati.


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