HOMES E CONTATOS
 ATUALIZAÇÕES DO SITE
M E U S  A R T I G O S
MINHAS ATIVIDADES
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA
 A U F A T I
CINEMA/TEATRO/VÍDEO
CONTRIB.,ARTIGOS,REPORT.
DIA INTERN. IDOSO
EDUCAÇÃO a DISTÂNCIA
EMPREGOS - OFERTAS
EMPREGOS PARA 3ª IDADE
ENVELHECIMENTO
EVENTOS,CURSOS,CONGRES.
F A M A
FARMÁCIAS ALTO CUSTO-Ends.
GOVERNO E COMUNIDADE
LEIS e PUBLICAÇÕES
L I V R O S
MÉDICOS E CLÍNICAS
M E N S A G E N S
MINIST. DA SAÚDE e SITES
Carta dos direitos dos usuários...
Direitos do Paciente
Obtenção Medicamentos
Notícias Saúde
Política Nacional Saúde
SUS
OFTALMOLOGISTA
ODONTOGERIATRIA:O QUE É?
ODONTOGERIATRIA
P E S Q U I S A
PORTAL DO CONSUMIDOR
R E C E I T A S
REMÉDIOS GRATUITOS
SAÚDE E ATIVIDADE FÍSICA
SEU CURRICULO
S I T E S
SOC. BRAS. ASMÁTICO
UTILIDADE PÚBLICA
A R Q U I V O
LIVROS DE VISITAS/FORUM
   
 


CELSO AMORIM DEFENDE LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu ontem o licenciamento compulsório do Efavirenz, durante discurso na 60ª Assembléia Mundial da Saúde, em Genebra (Suíça). Ele garantiu que o Brasil tem feito valer "escrupulosamente" seus compromissos em matéria de propriedade intelectual e informou que a medida, decretada há duas semanas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve por objetivo atender ao interesse público. Amorim destacou que o Programa Nacional de DST e Aids assegura o tratamento universal e gratuito aos brasileiros infectados pelo HIV e acrescentou que a iniciativa é internacionalmente conhecida como exemplo de política pública de êxito.  Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

SAÚDE NEGOCIA COM LABORATÓRIO PREÇO DO KALETRA

O jornal Valor Econômico informa que o governo brasileiro negocia com a companhia farmacêutica americana Abbott para a redução de preço do antiretroviral Kaletra. Segundo o jornal, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que o próprio laboratório americano propôs redução voluntária de preço, que "coincidiu" com o anúncio do governo de quebrar a patente do medicamento contra a aids Efavirenz, do laboratório americano Merck. Temporão pediu para o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, fazer o discurso brasileiro ontem na assembléia anual da Organização Mundial da Saúde (OMS), para ilustrar a importância das questões de saúde pública na política externa brasileira. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br


FIDEL APÓIA LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO NO BRASIL

A imprensa continua repercutindo o anúncio pelo presidente cubano, Fidel Castro, de apoio ao licenciamento compulsório do Efavirenz. "Apoiamos totalmente o decreto de 'nacionalização' da patente de uma multinacional farmacêutica para a produção e comercialização no Brasil de um medicamento contra a aids", disse Castro em nota publicada na imprensa cubana ontem.  Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

AIDS PODE SER CURADA EM ALGUNS CASOS COM ARV, DIZ ESTUDO NORTE-AMERICANO

 Jornal do Commercio (RJ) divulga resultado de pesquisa norte-americana que diz que a aids poderá ser curada em um grupo restrito de pacientes que atualmente apresentam níveis extremamente baixos do HIV no organismo. O tratamento consiste na administração, por um ano, de doses agressivas de novos medicamentos anti-HIV da Roche e da Merck.  Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

NEY LOPES CRITICA LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO DO EFAVIRENZ

Ney Lopes, ex-deputado federal e relator da atual Lei de Patentes, escreve artigo no Correio Braziliense com foco no licenciamento compulsório do Efavirenz. Ney Lopes critica a medida adotada pelo governo e diz que o ato foi mais político do que jurídico. “Sou defensor da patente. Trata-se de regra mundial, regulada por tratados. Ela protege o inventor, por um período determinado, não constituindo monopólio”. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

BRASIL NÃO SERÁ PREJUDICADO POR LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO DO EFAVIRENZ, DIZ GAZETA MERCANTIL

Gazeta Mercantil elogia o Programa brasileiro de aids e o licenciamento compulsório do Efavirenz. O jornal diz que o Brasil não sofrerá retaliações econômicas de países desenvolvidos em virtude da medida. “Ao quebrar a patente do Efavirenz, o Brasil exerceu direito assegurado no principal contrato internacional sobre o tema, em benefício da saúde do seu povo”, conclui. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

VACINAS CONTRA HIV TERÃO EFICÁCIA PARCIAL

Agência France Press e site Último Segundo informam que as mais promissoras das vacinas experimentais contra a aids darão imunidade limitada contra o vírus. A expectativa é que elas protejam o sistema imunológico dos seus piores efeitos e adiem o aparecimento da doença. "Há otimismo de que, inclusive, uma vacina que não seja perfeita possa beneficiar tanto os receptores individuais quanto a comunidade em risco", informaram os autores em um comentário publicado no New England Journal of Medicine. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

FUNDAÇÃO CLITON APÓIA LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO
 
A Agência de Notícias da Aids divulgou carta de apoio da Fundação Clinton, ao Programa Nacional de DST e Aids, que expressa o apoio ao governo brasileiro pela licença compulsória do Efavirenz. A carta foi enviada na última sexta (11/05). No documento, o presidente da Fundação Clinton destaca que o anti-retroviral custa ao Brasil o preço de U$580 por paciente ao ano, enquanto custa U$ 164 em acordo da Fundação Clinton com os laboratórios de drogas genéricas, Cipla e Matrix. A agência traz a íntegra da carta. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

Visite nosso site: http://www.saberviver.org.br/


TEMPORÃO QUER INVESTIR NA PRODUÇÃO NACIONAL DE MEDICAMENTOS

Em entrevista à Agência Estado publicada no Jornal do Commercio (PE), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirma que até o fim do semestre vai apresentar diretrizes para incrementar a produção nacional de mdedicamentos. “O ponto central é garantir o acesso da população aos medicamentos essenciais, entre eles os dirigidos à aids. Determinei que se revisem os preços que o Ministério da Saúde está pagando, principalmente aqueles protegidos por patentes”, explicou. Fonte:
Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

SAÚDE CONTRA INDÚSTRIA DE AÇÕES
O jornal Correio Braziliense traz ampla reportagem sobre a luta do governo para derrubar liminares que o obrigam a fornecer medicamentos de graça para pacientes. Segundo a matéria, o Ministério da Saúde tem o apoio dos secretários de saúde e do Conselho Federal de Medicina para enfrentar a “indústria de ações” que tem levado a Justiça a impor ao setor público a compra, a preços altos, dos últimos lançamentos da indústria farmacêutica. São medicamentos novos que, muitas vezes, nem foram testados adequadamente. De acordo com o Ministério da Saúde, os gastos em função de decisões judiciais aumentaram 211,4% de 2005 para 2006.  Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

BRASIL FARÁ REMÉDIO CONTRA AIDS
A coluna do Cláudio Humberto, no Correio Braziliense, informa que dois laboratórios públicos já se preparam para fabricar o genérico do medicamento Efavirenz, cuja patente foi quebrada há dias pelo presidente Lula: Farmanguinhos, no Rio, da Fundação Oswaldo Cruz, e o laboratório Lafepe, de Pernambuco. Segundo a nota, “enquanto a produção não começa, o governo vai mesmo importar o genérico da Índia, que, aprovado pela Organização Mundial de Saúde, dispensa autorização da Anvisa.” Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

BRASIL DEVE FIRMAR COOPERAÇÃO COM TAILÂNDIA NA ÁREA DE AIDS
Nota da coluna Toda Mídia da Folha de São Paulo informa que na Tailândia, o "Bangkok Post" anunciou que o país deve assinar um acordo de cooperação com o Brasil. A informação foi passada pelo ministro da Saúde tailandês, que também pediu licenciamento compulsório de remédio anti-aids. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br
 
BRASIL PROPÕE, EM GENEBRA, QUE OMS ACELERE ESTRATÉGIA DE ACESSO A TECNOLOGIAS PARA COMBATE À AIDS

Estado de São Paulo, Tribuna da Imprensa (RJ), Zero Hora, A Gazeta (MT), Folha de Pernambuco, JC On Line e Jornal do Commercio (RJ) noticiam que o Brasil apresentará hoje, na Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, uma proposta de resolução que pede que a entidade acelere o estabelecimento de uma estratégia global de acesso às tecnologias e remédios de combate à aids. A partir de hoje, o governo inicia batalha diplomática para conseguir a aprovação do documento, cuja votação será amanhã. A idéia é que o plano estipule como um país pode emitir licenças compulsórias sobre um remédio. Para diplomatas, a resolução na prática seria um teste de credibilidade da postura internacional do governo, que quebrou a patente de um remédio da Merck para o combate à aids. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br>

ECONOMISTA CRITICA POLÍTICA BRASILEIRA DE INCENTIVO À PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

Estado de São Paulo publica artigo de Marcelo de Paiva Abreu, Ph.D. em Economia pela Universidade de Cambridge e professor-titular do Departamento de Economia da PUC-Rio, sobre investimento em pesquisa e desenvolvimento. Ele critica o governo ao afirmar que “O ranço protecionista tem implicações sobre outras políticas públicas. Recentemente o governo determinou o licenciamento compulsório da droga para tratamento da aids Efavirenz, produzida pela Merck Sharp & Dohme, em vista do interesse de saúde pública e do fracasso nas negociações com a empresa detentora da patente para redução de preço. A decisão é estritamente legal (...), mas seria igualmente importante que fosse percebida como razoável, para que se preserve a credibilidade das autoridades brasileiras. Declarações despropositadas do ministro da Saúde sobre política industrial e substituição de importações de fármacos, drogas e equipamentos médicos - entre outras incontinências - acabaram por pôr em dúvida a qualidade do processo decisório na sua esfera de competência”. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br>

BRASIL PRECISA PRIORIZAR INVESTIMENTOS EM PESQUISA, DIZ SARDENBERG

Artigo do jornalista Carlos Alberto Sardenberg para o Estado de São Paulo avalia que os investimentos das indústrias em medicamentos respeitam o potencial de mercado de países ricos. Mas pondera que se os governos generalizarem a prática de quebrar patentes, o resultado será a paralisia dos novos investimentos. “É controvertido - o Brasil é país de renda média, não pobre -, mas defensável nos tribunais, mesmo porque há no mundo todo um viés contra o "big pharma". Há bons laboratórios no Brasil e cientistas de primeiro time. Mas dependem de definição de prioridades e de verbas alocadas pelos políticos de plantão”, diz. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br>

BRASIL APROVA NA OMS POLÍTICA DE ACESSO A MEDICAMENTOS
O Jornal O estado de São Paulo informa que o Brasil conseguiu aprovar, apesar da oposição declarada dos Estados Unidos, uma resolução que serve como uma espécie de aval para as políticas seguidas pelo País no setor de medicamentos, principalmente depois da decisão de decretar licenciamento compulsório do Efavirenz. A aprovação aconteceu durante a 60ª Assembléia Mundial de Saúde e estabelece a criação de uma estratégia internacional de acesso a remédios contra a aids e o apoio da agência da ONU para a Saúde aos países que queiram decretar o licenciamento compulsório de medicamentos. O texto ainda pede que mecanismos, como um fundo, sejam estudados para permitir o financiamento de pesquisa de novos remédios em países emergentes. Os governos alegam que a única forma de financiar novos produtos colocados no mercado pelas empresas tem sido a venda dos remédios a preços altos. Para funcionários da Organização Mundial de Saúde (OMS), porém, a aprovação pode ser considerada uma vitória. "O Brasil conseguiu trazer de volta para o centro de discussões da OMS a questão das patentes", disse German Velasquez, diretor do departamento de medicamentos da entidade. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

FARMANGUINHOS LUTA PARA ELEVAR PRODUÇÃO
A Folha de São Paulo traz matéria sobre as dificuldades burocráticas do laboratório Farmanguinhos para a produção de medicamentos. Segundo o jornal, dificuldades legais e burocráticas fazem com que o potencial da unidade não seja plenamente utilizado. "Poderíamos estar produzindo mais, principalmente anti-hipertensivos, diuréticos e outros medicamentos mais consumidos", lamenta Eduardo Costa, diretor de Farmanguinhos. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br

GAPA ENVIA NOTA A BISPOS DA AMÉRICA LATINA SOBRE USO DO PRESERVATIVO

Agência de Notícias da Aids divulga o envio de nota da Rede Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção à Aids) aos bispos reunidos V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe (Celam) sobre a proibição do uso de preservativos. Na visão da organização não-governamental, negar o uso do preservativo ou tentar proibi-lo “é abrir portas para aumento de casos em nome de ideais de fidelidade, virgindade, redução de parceiros e retardo das relações sexuais, distante de ser atingido para a maioria da população, em especial os jovens cuja vida sexual esta sendo iniciada”. Fonte:Programa Nacional de DST/Aids -imprensa@aids.gov.br
http://www.saberviver.com.br/

Propaganda de emagrecedor Magrins é suspensa em todo o país Terça-feira,
22/05/2007
A Anvisa determinou, nesta terça-feira (22), a suspensão, em todo país, das campanhas publicitárias do produto Magrins Emagrecedor em Cápsulas, fabricado pela empresa Steviafarma Industrial S/A (RE 1363), de Maringá (PR). O produto não possui registro e desde 2001 é objeto de ações de
fiscalização sanitária. Sua apreensão e inutilização foram determinadas em 2002, pela RE 1668. Ainda em 2002, a empresa obteve mandado de segurança que garantia direito de comercialização do produto. Porém, tal decisão tem eficácia restrita à circunscrição do município de Maringá (PR), não surtindo efeito no resto do país.
dirconsumidor@yahoogrupos.com.br

 Restrição à publicidade de bebidas alcoólicas - aguarda-se a reação da Sindicerv   
  
 Regulamentação da Anvisa com apoio do Ministério da Saúde apenas explicita restrições no Código de Defesa do Consumidor referentes à publicidade abusiva

Agora dá para enfrentar qualquer tipo de ação do Sindicato das Cervejarias no Supremo.Com o anúncio de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar amanhã, 23/05/07, o decreto que permitirá o controle da propaganda de bebidas alcoólicas e demais *medidas destinadas a conter o "consumo indevido" de álcool no país,* o Idec reitera seu apoio à medida.

Para o Idec, a *corajosa iniciativa de regulamentação da publicidade de bebidas alcoólicas* proposta pela Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa), com o apoio do Ministério da Saúde, está de acordo com o que dispõe o Código de Defesa do Consumidor *ao proibir a publicidade abusiva (a antiética, de qualquer espécie, como, por exemplo, a que induz o consumidor a um comportamento prejudicial à sua saúde). Nesse caso, a resolução explicita o que já está proibido pela legislação.Como toda medida que contraria interesses, ela suscita reações. Por isso, é importante que a sociedade, beneficiária da medida, também se manifeste, quer para apoiá-la, quer para reafirmar que este é só um passo, ainda
pequeno, *para que alcance uma patamar mínimo de civilidade no setor.*
dirconsumidor@yahoogrupos.com.br

Oficina de Trabalho Tecendo Redes pela Saúde e Paz

18/05/2007

Agência FAPESP – A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, será palco, nos dias 22 e 23 de maio, da Oficina de Trabalho Tecendo Redes pela Saúde e Paz.

Segundo os organizadores, o objetivo é reunir gestores de saúde para traçar novas estratégias de prevenção da violência e oferecer instrumentos metodológicos que contribuam para desenvolver ações de promoção da saúde e da paz.

O evento é promovido pelo Núcleo de Estudos sobre Saúde e Violência da UFMG, em parceria com entidades como a Organização Pan-Americana de Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e o Ministério da Saúde.

Mais informações: (31) 3248-9300


A eterna magia celta
<http://turismo.dgabc.com.br/materia.asp?materia=586070>  


07/05/2007 - 07h10
Planos de saúde boicotam idosos
Natália Lima
Do Diário do Grande ABC

Pessoas com mais de 59 anos terão problemas na hora de garantir um plano de saúde. Por representarem custos maiores para as operadoras, as empresas que vendem planos não incentivam os corretores a oferecer convênios para essa faixa etária. A prática é permitida pela ANS (Agência Nacional de Saúde), mas considerada imoral pelo Procon.

Segundo o corretor Pedro dos Santos, as operadoras dão comissão menor – ou às vezes não pagam nada – para quem vende seguros a pessoas com mais de 59 anos. “Normalmente, o corretor fica com o valor integral da primeira parcela e recebe uma porcentagem da mensalidade dos meses seguintes, o que varia de 250% a 300% do total da venda. Mas no caso dos idosos, recebemos apenas 70% da primeira parcela e nada mais. Algumas empresas cortam a comissão por completo”, afirma.

Segundo Santos, antes da Lei 9656/98, da ANS, os planos tinham dois reajustes: um no aniversário da adesão e outro a cada 10 anos da idade do segurado. “Naquela época o pessoal que completava 60 anos reclamava que o valor dos planos aumentava muito. Com a lei, foi proibido o aumento para maiores de 59 anos, a não ser na data do aniversário da adesão.”

“Para não perder dinheiro, as operadoras começaram a repassar o acréscimo do valor para as categorias mais jovens (que agora são reajustadas de quatro em quatro anos) e no aniversário da adesão. A partir disso, estão evitando mais idosos em suas listas de segurados.”
DOL - NewsLetter <newsletter@dgabc.com.br>
-----------------------------
qualidade de vida
05/05/2007
Redução de proteína ajuda no combate ao Alzheimer


Cientistas americanos descobriram que a redução dos níveis de uma proteína específica diminui os sintomas de doenças neurológicas, entre elas o mal de Alzheimer.

A descoberta foi anunciada depois que outro grupo de estudiosos anunciou que um tratamento hormonal realizado após a menopausa poderia ajudar as mulheres a combater a demência, um dos principais sintomas do Alzheimer.

Em relatório divulgado hoje (ontem), na revista 'Science', os cientistas do Instituto Gladstone de Doenças Neurológicas afirmam que, ao eliminarem a proteína 'tau' em ratos geneticamente modificados, conseguiram manter a memória e o ciclo de vida normal dos animais.

Além disso, uma redução nos níveis da proteína conseguiu aumentar a resistência dos roedores a ataques epilépticos.

- Este é o efeito terapêutico mais assombroso que vi em nossos modelos da doença - disse Lennart Mucke, professor de neurologia da Universidade da Califórnia e um dos autores do estudo.

- Se esta estratégia também der resultados em seres humanos, poderia nos ajudar a dar um enorme passo em nossa capacidade de tratar e prevenir as devastadoras doenças neurológicas - afirmou.

Até o momento, a luta contra o mal de Alzheimer consistiu na redução dos níveis de proteínas beta-amilóides, já que os neurologistas suspeitam que essas substâncias são as causadoras da doença.

A doença de Alzheimer afeta principalmente idosos com mais de 65 anos, e seus principais sintomas são a perda de memória, a demência e, por fim, a morte dos pacientes.

Segundo Erik Robertson, professor de neurologia da Universidade da Califórnia e principal autor do estudo, o objetivo foi buscar uma estratégia complementar para fortalecer a resistência cerebral às proteínas beta-amilóides, sem precisar modificar seus níveis.

- O assombroso foi que até uma redução parcial da proteína tau eliminou os problemas de memória e as mortes prematuras em nossos ratos com Alzheimer, apesar de seus cérebros estarem cheios de beta-amilóides - acrescentou.

O resultado da pesquisa foi divulgado depois da reunião da Academia de Neurologia dos EUA, em Boston (Massachusetts), na quarta-feira, quando foi anunciado um novo estudo que sugere que um tratamento hormonal iniciado após a menopausa poderia ajudar a combater a demência.

- A idade em que se inicia o tratamento com hormônios é muito importante - afirmou Sam Gandy - especialista no mal de Alzheimer da Universidade Thomas Jefferson da Filadélfia (Pensilvânia).

Até agora, as pesquisas médicas indicavam que mulheres que recebem hormônios após completar 65 anos correm 75% mais riscos de sofrer de demência do que outras mulheres.

Mas o novo estudo determinou um resultado totalmente contrário em mulheres que tomaram os hormônios antes dos 65 anos, e os fatores de risco de demência se reduziram à metade, afirmaram os cientistas.

Do total de 2.228 mulheres, a demência se manifestou em apenas 22 (1%), que tinham iniciado o tratamento antes dos 65 anos.

Por outro lado, 84 de um total de 4.925 mulheres (1,7%) que não receberam tratamento hormonal apresentaram o transtorno.

- Trata-se de uma descoberta maravilhosa, mas que precisa ser confirmada - disse Joann Manson, do Hospital Brigham and Women's, em Boston.

Já Victor Henderson, médico da Universidade de Stanford, que comandou o estudo, advertiu que ainda é muito cedo para recomendar com segurança o tratamento hormonal em mulheres mais jovens, para afastar o perigo de demência.
(Fonte: EFE / JB Online)www.ambientebrsil.com.br
----------------------
Nota: Qualquer 'coisa' que causa tristeza, angústia ou infelicidade causa dor, causa doenças como a depressão

ciência
03/05/2007
Cérebro encara perda de dinheiro como dor
Perder dinheiro pode literalmente doer, segundo um estudo divulgado nesta semana. Cientistas verificaram que a área do cérebro que é ativada quando perdemos dinheiro é a mesma que responde ao medo e à dor.

Ao todo, 24 voluntários participaram de um jogo de apostas onde poderiam ganhar e perder dinheiro. Seus cérebros foram monitorados através de ressonância magnética. Durante o trabalho, os pesquisadores, da University College, de Londres, verificaram que os participantes estavam aprendendo a prever chances tanto de ganhar quanto de perder –- em uma região cerebral conhecida como estriato.

No entanto, quando a “previsão” falhava, e os voluntários perdiam em vez de ganhar, a área do cérebro ativada era outra – a mesma que responde à dor.

Segundo os pesquisadores, isso faz sentido. “Não queremos perder dinheiro da mesma maneira que não querermos sentir dor”, diz o líder do estudo, Ben Seymour. “Faz sentido que as formas com que prevemos e evitados os dois estejam relacionadas”, diz ele.

Segundo Seymour, entender como o cérebro responde à perda de dinheiro pode ajudar a compreender melhor porque algumas pessoas se arriscam mais financeiramente do que outras, e porque algumas acabam viciadas em jogo.
(Fonte: Portal G1)
-----------------
qualidade de vida
03/05/2007
Altas doses de cálcio e vitamina D podem danificar o cérebro de idosos

Os homens e mulheres de idade avançada que ingeriram altas doses de cálcio e vitamina D correm um risco muito maior de sofrer lesões cerebrais, segundo um estudo apresentado hoje, em uma conferência de biologia experimental.

As regiões cerebrais mais afetadas podem aumentar o risco de deterioração cognitiva, demência, depressão e acidente vascular cerebral, indicou Martha Payne, da Universidade Duke (Carolina do Norte).

Durante muitos anos, os médicos haviam recomendado a adição de cálcio e vitamina D à dieta de homens e mulheres com mais de 55 anos, para conter a diminuição na fixação de cálcio nos ossos, que leva à osteoporose.

Payne e seus colaboradores examinaram as imagens de ressonância magnética de 232 homens e mulheres, com idades entre 60 e 86 anos.

Todos os participantes do estudo apresentavam pelo menos uma lesão cerebral, até mesmo os mais saudáveis.

Entre os que disseram consumir mais cálcio e vitamina D, foi comprovado que os danos eram notavelmente mais acentuados do que na média do grupo de estudo.

Para a pesquisa, foram levados em conta fatores como idade, hipertensão e outras condições médicas relacionadas com a presença de lesões cerebrais.

Em estudos anteriores, Payne e sua equipe haviam determinado uma maior incidência de lesões cerebrais entre os idosos que consumiam mais produtos lácteos com alto teor de gorduras.

Paradoxalmente, as mesmas pesquisas haviam provado que essa ingestão de gorduras, em geral, não era um fator significativo para as lesões.

O novo estudo aponta uma possível solução para a contradição, que reside em um outro componente importante dos produtos lácteos: o cálcio.

Além disso, boa parte do leite e de outros produtos lácteos disponíveis aos consumidores americanos são fortificados com vitamina D.

- Não temos certeza se uma alta ingestão de cálcio e vitamina D está ligada às lesões cerebrais, mas o estudo dá razão ao crescente número de pesquisadores que se preocupa com os efeitos do consumo excessivo de cálcio, particularmente entre os adultos, e principalmente se consumido junto com a vitamina D.
(Fonte: EFE / JB Online) http://www.ambientebrasil.com.br/---------



Colaboração:


Flavia Loureiro
NAB Núcleo dos Amigos do Brooklin
"INFORMAÇÃO - Direito e Dever de todos - art. 5ºXIV,CF/Agenda 21 Cap.40"
 ---------------------
Nota: grifos nossos