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Geralmente, quando discutimos com alguém logo o tom de voz aumenta.

Acho que as pessoas nunca pararam para pensar que realmente o opositor tem os mesmos direitos que elas.

Eu era uma pessoa que logo perdia as estribeiras, chorava, dava a discussão por terminada, para não haver mais bate boca, que é uma coisa que detesto.

Com o tempo, comecei a Ter relação oposta.

Hoje, quando há algum bate boca, a pessoa fala sozinha, pois eu só escuto e quando falo, não perco mais a minha calma. Aliás, esta atitude irrita muito o opositor, pois muitas vezes o que ele quer é o bate boca. Parece que tem prazer em ver este tipo de cena. Sem contar que é um desperdício de energia humana e espiritual.

Dá para perceber que quando se tem uma passividade, o opositor alterado acaba perdendo o “rumo”.

Mas não é fácil chegar neste ponto. È necessário muito treino, auto-controle e paciência.

Este é um “milagre” que com o tempo a gente alcança.  

Cristina Fogaça

Diretora da Faculdade Aberta para a Maturidade Ativa

Gerontóloga pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Gerontóloga pela Universidade de Barcelona

Mestre em Gerontologia PUC/SP

   Cristinafogaca@terra.com.br